<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Encontros da Primavera 2026 - My Oncologia</title>
	<atom:link href="https://myoncologia.pt/tag/encontros-da-primavera-2026/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://myoncologia.pt/tag/encontros-da-primavera-2026/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças oncológicas.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2026 09:37:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.1</generator>

<image>
	<url>https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Oncologia-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Encontros da Primavera 2026 - My Oncologia</title>
	<link>https://myoncologia.pt/tag/encontros-da-primavera-2026/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Carcinoma de células renais avançado: decisão terapêutica e sequenciação na era das combinações</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/carcinoma-de-celulas-renais-avancado-decisao-terapeutica-e-sequenciacao-na-era-das-combinacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221026</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante os Encontros da Primavera 2026, a Ipsen promoveu um simpósio sob o tema “aCCR Management: present and future”. Moderado por Miguel Barbosa, diretor do Serviço de Oncologia da ULS de São João, este evento contou com a participação de Ovidio Fernández, oncologista médico no Servizo Galego de Saúde, em Ourense, Espanha. O simpósio centrou-se [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/carcinoma-de-celulas-renais-avancado-decisao-terapeutica-e-sequenciacao-na-era-das-combinacoes/">Carcinoma de células renais avançado: decisão terapêutica e sequenciação na era das combinações</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante os Encontros da Primavera 2026, a Ipsen promoveu um simpósio sob o tema “aCCR Management: present and future”. Moderado por <strong>Miguel Barbosa</strong>, diretor do Serviço de Oncologia da ULS de São João, este evento contou com a participação de <strong>Ovidio Fernández</strong>, oncologista médico no Servizo Galego de Saúde, em Ourense, Espanha. O simpósio centrou-se na gestão do carcinoma de células renais avançado (CCRa), num contexto em que a ausência de biomarcadores preditivos torna a escolha do regime de primeira linha determinante para as estratégias de sequenciação subsequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A capacidade de obter uma boa resposta em primeira linha vai definir o prognóstico&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Miguel Barbosa abriu a apresentação estimando que em Portugal o universo de doentes com CCRa em contexto metastático ronde os 600 casos por ano: 200 com doença metastática à apresentação e cerca de 400 que progridem a partir de diagnósticos prévios. Estimou ainda que a transição da primeira para as linhas seguintes de tratamento implica a perda de aproximadamente 50% dos doentes. (1) Apostar numa primeira linha bem selecionada é, por isso, determinante para o prognóstico individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O panorama atual oferece quatro combinações aprovadas e reembolsadas em Portugal com impacto demonstrado na sobrevivência global. (2) Em nenhuma delas existe, contudo, um biomarcador preditivo validado que oriente a escolha entre regimes, tornando a decisão dependente do perfil clínico de cada doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualmente, quatro combinações são standard em primeira linha no CCRa:<br></strong>• Nivolumab + ipilimumab (IpiNivo), dupla imunoterapia (IO/IO) associada a maior durabilidade de resposta a longo prazo, particularmente relevante em doentes com risco intermédio ou elevado3<br>• Nivolumab + cabozantinib (CaboNivo), combinação de imunoterapia (IO) com inibidor de tirosina-cinase (TKI), com eficácia equilibrada e dados maduros em múltiplos endpoints4<br>• Pembrolizumab + axitinib (PembroAxi), IO/TKI, com benefício consistente e seguimento mais longo entre as combinações IO/TKI disponíveis; em Portugal, reembolsado apenas para doentes de risco intermédio2,5<br>• Pembrolizumab + lenvatinib (LenPembro), IO/TKI, com elevada taxa de resposta objetiva (ORR) e prolongamento da sobrevida livre de progressão (PFS)6</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da disponibilidade de múltiplas terapêuticas, Miguel Barbosa sublinhou que os resultados dos diferentes ensaios não são diretamente comparáveis, uma vez que incluíram populações com características distintas, nomeadamente no que respeita à distribuição de risco segundo o IMDC: o CheckMate 214 e o CheckMate 9ER incluíram uma proporção mais baixa de doentes de risco favorável segundo IMDC (~23%) do que o KEYNOTE-426 e o CLEAR (~31%). (3–6)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a leitura dos principais endpoints assume particular relevância clínica. De acordo com a interpretação clínica do especialista, a ORR e a resposta completa (CR) refletem a capacidade de redução tumoral, sendo especialmente importantes em situações de doença sintomática ou de rápida progressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sobrevida livre de progressão traduz o controlo da doença ao longo do tempo, enquanto a sobrevida global (OS) e a presença de uma “cauda longa” nas curvas de sobrevivência refletem a durabilidade do benefício, particularmente associada às estratégias baseadas em imunoterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a visão e experiência do especialista, decisão terapêutica em primeira linha deve, assim, ser orientada pelo fenótipo do doente e pelos objetivos clínicos definidos para cada situação:<br>• Necessidade de controlo rápido devido a elevada carga tumoral, sintomas ou compromisso funcional favorece regime IO/TKI (CaboNivo, PembroAxi, LenPembro)<br>• Procura de benefício duradouro a longo prazo, sobretudo em doentes com risco intermédio ou elevado, pode justificar IO/IO (IpiNivo)<br>• Eficácia, tolerabilidade e flexibilidade de sequenciação destacam opções como CaboNivo</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista sublinhou que enquanto a toxicidade associada aos inibidores de tirosina-cinase (TKI) (ex. hipertensão, diarreia ou síndrome palmo-plantar) é dose-dependente e mais gerível, a toxicidade imunomediada (ex. hepatite, colite, endocrinopatias ou pneumonite) é menos dependente da dose, podendo surgir tardiamente e exigindo frequentemente corticoides e interrupções de tratamento. (7)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice prognóstico IMDC mantém utilidade na estratificação basal dos doentes, mas de acordo com Miguel Barbosa, não permite, por si só, selecionar a melhor combinação terapêutica, reforçando a necessidade de uma abordagem individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados apresentados na ASCO GU 2026 sugeriram a reprodutibilidade dos resultados do CheckMate 9ER na prática clínica: numa coorte de 167 doentes tratados com nivolumab + cabozantinib em contexto de vida real, a OS mediana foi de 44,4 meses e a ORR de 41,1%. (8)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sublinhado por Miguel Barbosa, a escolha da terapêutica de primeira linha deve ser orientada pelos objetivos clínicos definidos para cada doente e pelo padrão de benefício das diferentes combinações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Uma mudança muito importante alterou o paradigma de tratamento e o TKI é a opção prioritária em segunda linha&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda parte do simpósio, Ovidio Fernández centrou-se nas estratégias terapêuticas após progressão à imunoterapia, organizando a apresentação em torno de três cenários clínicos: progressão após terapêutica adjuvante, TKI/IO (PembroAxi, Cabonivo) ou IO/IO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto de recorrência após pembrolizumab adjuvante, aludindo a dados do KEYNOTE-564, o especialista destacou que o timing da progressão condiciona a abordagem terapêutica. (9) De acordo com recomendações recentes da EAU, doentes com progressão precoce devem ser preferencialmente tratados com um TKI em monoterapia. (10) Nestes contextos, a reintrodução de imunoterapia após progressão a um regime com IO não traz benefício. Os estudos CONTACT-03 e TiNivo-2 demonstraram, em fase III, ausência de vantagem na adição de um segundo IO ao TKI. (11,12) O mesmo padrão se observou após IO/IO nos estudos de fase II OMNIVORE, TITAN RCC e HCRN GU16-260. (13–15) O TKI é, em ambos os cenários, o pilar da segunda linha. Nos casos de progressão mais tardia, a evidência é menos conclusiva, podendo considerar-se, em situações selecionadas, a utilização de combinações que incluam imunoterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto da segunda linha, o cabozantinib surge como uma das opções com evidência consistente, demonstrando atividade antitumoral relevante após exposição prévia a imunoterapia em diferentes cenários clínicos. (16) Dados adicionais de prática clínica e estudos recentes reforçam a consistência destes resultados fora do contexto dos ensaios clínicos. (1,17)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras opções terapêuticas, como tivozanib, axitinib ou a associação de lenvatinib com everolímus, apresentam igualmente atividade após imunoterapia, podendo ser consideradas de acordo com o contexto clínico e a sequência previamente utilizada. (12,18,19)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação incluiu ainda dois casos clínicos ilustrativos. Num primeiro caso, um doente com doença de risco intermédio tratado inicialmente com PembroAxi apresentou progressão após resposta inicial, tendo sido posteriormente tratado com cabozantinib, com nova resposta e controlo da doença. Num segundo caso, um doente de alto risco tratado com CaboNivo em primeira linha foi posteriormente tratado com axitinib após progressão, mantendo benefício clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ovidio Fernández reforçou que, independentemente do regime prévio, TKI é a opção prioritária após progressão à imunoterapia na 2L. Segundo o especialista, a sequenciação terapêutica é possível e clinicamente relevante, mas a perda de doentes entre linhas reforça a importância de acertar na primeira escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Q&amp;A</strong><br>A sessão de perguntas e respostas centrou-se no papel emergente do belzutifano, inibidor de HIF-2α, questionando-se se a combinação belzutifan + lenvatinib (LITESPARK-011) ganhará destaque na segunda linha. Apresentaram-se as seguintes conclusões:<br>• O LITESPARK-011 demonstra benefício em PFS e ORR, mas ainda sem vantagem em OS (20)<br>• O cabozantinib foi escolhido como braço de controlo no ensaio, refletindo a sua posição como standard atual20<br>• O belzutifano em monoterapia está disponível em Portugal, mas apenas em terceira linha (21)<br>• A toxicidade de terapias de combinação é um fator limitante relevante, especialmente em doentes que permanecerão longos períodos em tratamento<br>• As terapias triplas permanecem limitadas pela toxicidade e falta de benefício claro em sobrevida global<br>• A escolha terapêutica deve considerar o perfil do doente, tratamentos prévios e tolerabilidade, mantendo uma abordagem individualizada</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">CBZ-PT-000463 Junho de 2026</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">A publicação deste artigo foi financiada através de sponsorship da&nbsp;Ipsen&nbsp;Pharma. As conclusões, interpretações e opiniões aqui expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. A&nbsp;Ipsen&nbsp;Pharma declina qualquer responsabilidade sobre o conteúdo das mesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Lai GS, Li JR, Wang SS, Chen CS, Yang CK, Lin CY, et al. Real world treatment sequences and outcomes for metastatic renal cell carcinoma. PLoS One. 2023 Nov 22;18(11):e0294039. doi: 10.1371/journal.pone.0294039; 2. Infarmed. Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica: medicamentos usados no tratamento do carcinoma de células renais; linhas de tratamento e alternativas terapêuticas [Internet]. Disponível em: https://www.infarmed.pt/documents/15786/12346706/Medicamentos%2Busados%2Bno%2Btratamento%2Bdo%2Bcarcinoma%2Bde%2Bc%C3%A9lulas%2Brenais%3A%2BLinhas%2Bde%2Btratamento%2Be%2Balternativas%2Bterap%C3%AAuticas%C2%A0/a4982333-e271-ceb6-731a-ec015f9fe540?; 3. Tannir NM, Albigès L, McDermott DF, Burotto M, Choueiri TK, Hammers HJ, et al. Nivolumab plus ipilimumab versus sunitinib for first-line treatment of advanced renal cell carcinoma: extended 8-year follow-up results of efficacy and safety from the phase III CheckMate 214 trial. Ann Oncol. 2024 Nov;35(11):1026-1038. doi: 10.1016/j.annonc.2024.07.727; 4. Motzer RJ, Escudier B, Burotto M, Powles T, Apolo AB, Bourlon MT, et al. Final analysis of nivolumab plus cabozantinib for advanced renal cell carcinoma from the randomized phase III CheckMate 9ER trial. Ann Oncol. 2026 Jan;37(1):33-43. doi: 10.1016/j.annonc.2025.09.006; 5. Rini BI, Plimack ER, Stus V, Gafanov R, Waddell T, Nosov D, et al. Pembrolizumab plus axitinib versus sunitinib for advanced clear cell renal cell carcinoma: 5-year survival and biomarker analyses of the phase 3 KEYNOTE-426 trial. Nat Med. 2025 Oct;31(10):3475-3484. doi: 10.1038/s41591-025-03867-5; 6. Motzer RJ, Porta C, Eto M, Powles T, Grünwald V, Hutson TE, et al. Final prespecified overall survival (OS) analysis of CLEAR: 4-year follow-up of lenvatinib plus pembrolizumab (L+P) vs sunitinib (S) in patients (pts) with advanced renal cell carcinoma (aRCC). J Clin Oncol. 2023 Jun 5;41(16_suppl):LAB4502. doi: 10.1200/JCO.2023.41.16_suppl.LBA4502; 7. Haanen J, Obeid M, Spain L, Carbonnel F, Wang Y, Robert C, Lyon AR, Wick W, Kostine M, Peters S, Jordan K, Larkin J; ESMO Guidelines Committee. Electronic address: clinicalguidelines@esmo.org. Management of toxicities from immunotherapy: ESMO Clinical Practice Guideline for diagnosis, treatment and follow-up. Ann Oncol. 2022 Dec;33(12):1217-1238. doi: 10.1016/j.annonc.2022.10.001; 8. Zarba M, Maj D, Baumgarten P, Wells JC, Shamsi SIA, Angel M, et al. Real-world efficacy of nivolumab plus cabozantinib in metastatic renal cell carcinoma (mRCC) using the IMDC. J Clin Oncol. 2026 Mar 2;44(7_suppl):446. doi: 10.1200/JCO.2026.44.7_suppl.446; 9. Choueiri TK, Tomczak P, Park SH, Venugopal B, Ferguson T, Symeonides SN, et al. Overall Survival with Adjuvant Pembrolizumab in Renal-Cell Carcinoma. N Engl J Med. 2024 Apr 18;390(15):1359-1371. doi: 10.1056/NEJMoa2312695; 10. European Association of Urology. Renal Carcinoma. [Internet]. Disponível em: https://uroweb.org/guidelines/renal-cell-carcinoma/chapter/disease-management; 11. Pal SK, Albiges L, Tomczak P, Suárez C, Voss MH, de Velasco G, et al. Atezolizumab plus cabozantinib versus cabozantinib monotherapy for patients with renal cell carcinoma after progression with previous immune checkpoint inhibitor treatment (CONTACT-03): a multicentre, randomised, open-label, phase 3 trial. Lancet. 2023 Jul 15;402(10397):185-195. doi: 10.1016/S0140-6736(23)00922-4; 12. Choueiri TK, Albiges L, Barthélémy P, Iacovelli R, Emambux S, Molina-Cerrillo J, et al. Tivozanib plus nivolumab versus tivozanib monotherapy in patients with renal cell carcinoma following an immune checkpoint inhibitor: results of the phase 3 TiNivo-2 Study. Lancet. 2024 Oct 5;404(10460):1309-1320. doi: 10.1016/S0140-6736(24)01758-6; 13. McKay RR, McGregor BA, Xie W, Braun DA, Wei X, Kyriakopoulos CE, et al. Optimized Management of Nivolumab and Ipilimumab in Advanced Renal Cell Carcinoma: A Response-Based Phase II Study (OMNIVORE). J Clin Oncol. 2020 Dec 20;38(36):4240-4248. doi: 10.1200/JCO.20.02295; 14. Grimm MO, Esteban E, Barthélémy P, Schmidinger M, Busch J, Valderrama BP, et al. Tailored immunotherapy approach with nivolumab with or without nivolumab plus ipilimumab as immunotherapeutic boost in patients with metastatic renal cell carcinoma (TITAN-RCC): a multicentre, single-arm, phase 2 trial. Lancet Oncol. 2023 Nov;24(11):1252-1265. doi: 10.1016/S1470-2045(23)00449-7; 15. Atkins MB, Jegede OA, Haas NB, McDermott DF, Bilen MA, Stein M, et al. Phase II Study of Nivolumab and Salvage Nivolumab/Ipilimumab in Treatment-Naive Patients With Advanced Clear Cell Renal Cell Carcinoma (HCRN GU16-260-Cohort A). J Clin Oncol. 2022 Sep 1;40(25):2913-2923. doi: 10.1200/JCO.21.02938; 16. Albiges L, Powles T, Sharma A, Venugopal B, Bedke J, Borkowetz A, et al. CaboPoint: A Phase 2 Study of Second-line Cabozantinib After Checkpoint Inhibitor–based Combination Therapy in Patients with Metastatic Renal Cell Carcinoma. European Urology. 2026 March;89(3):210-219. doi: 10.1016/j.eururo.2025.07.018; 17. Shah NJ, Sura SD, Shinde R, Shi J, Singhal PK, Robert NJ, et al. Real-world Treatment Patterns and Clinical Outcomes for Metastatic Renal Cell Carcinoma in the Current Treatment Era. Eur Urol Open Sci. 2023 Feb 6;49:110-118. doi: 10.1016/j.euros.2022.12.015; 18. Ornstein MC, Pal SK, Wood LS, Tomer JM, Hobbs BP, Jia XS, et al. Individualised axitinib regimen for patients with metastatic renal cell carcinoma after treatment with checkpoint inhibitors: a multicentre, single-arm, phase 2 study. Lancet Oncol. 2019 Oct;20(10):1386-1394. doi: 10.1016/S1470-2045(19)30513-3; 19. Hahn AW, Chahoud J, Skelton WP, Yuan Y, Zurita-Saavedra AJ, Kovitz C, et al. A multicenter randomized phase II trial of lenvatinib plus everolimus versus cabozantinib in patients with metastatic clear-cell RCC that progressed on PD-1 immune checkpoint inhibition (LenCabo). Ann Oncol. 2026 Feb;37(2):241-249. doi: 10.1016/j.annonc.2025.10.009; 20. Motzer RJ, Park SH, McDermott RS, Porta C, Heng DYC, Burotto M, et al. Belzutifan (bel) plus lenvatinib (lenva) versus cabozantinib (cabo) for advanced renal cell carcinoma (RCC) after anti–PD-(L)1 therapy: Open-label phase 3 LITESPARK-011 study. J Clin Oncol. 2026 Mar 2;44(7_suppl):LBA417. doi: 10.1200/JCO.2026.44.7_suppl.LBA417; 21. Infarmed. Welireg (belzutifano): Lista dos PAP (Programa de acesso precoce a medicamentos) [Internet]. Disponível em: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/avaliacao-terapeutica-e-economica/programa-de-acesso-precoce-a-medicamentos/.</li>
</ol>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/carcinoma-de-celulas-renais-avancado-decisao-terapeutica-e-sequenciacao-na-era-das-combinacoes/">Carcinoma de células renais avançado: decisão terapêutica e sequenciação na era das combinações</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CCRa e sequenciação terapêutica: &#8220;Devemos tentar não perder a oportunidade entre a primeira e a segunda linha&#8221;</title>
		<link>https://myoncologia.pt/entrevistas/ccra-e-sequenciacao-terapeutica-devemos-tentar-nao-perder-a-oportunidade-entre-a-primeira-e-a-segunda-linha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221030</guid>

					<description><![CDATA[<p>No simpósio organizado pela IPSEN &#8220;aCCR Management: present and future&#8221;, integrado nos Encontros da Primavera 2026, Ovidio Fernández, oncologista médico no Serviço Galego de Saúde, abordou a gestão do carcinoma de células renais avançado (CCRa) após imunoterapia. Em entrevista, o especialista apresentou a sua visão sobre a sequenciação terapêutica, desde o contexto adjuvante até à [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/ccra-e-sequenciacao-terapeutica-devemos-tentar-nao-perder-a-oportunidade-entre-a-primeira-e-a-segunda-linha/">CCRa e sequenciação terapêutica: &#8220;Devemos tentar não perder a oportunidade entre a primeira e a segunda linha&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No simpósio organizado pela IPSEN &#8220;aCCR Management: present and future&#8221;, integrado nos Encontros da Primavera 2026, <strong>Ovidio Fernández</strong>, oncologista médico no Serviço Galego de Saúde, abordou a gestão do carcinoma de células renais avançado (CCRa) após imunoterapia. Em entrevista, o especialista apresentou a sua visão sobre a sequenciação terapêutica, desde o contexto adjuvante até à progressão após imunoterapia. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1185090720?h=6b869b59df&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="CCRa e sequenciação terapêutica: &quot;Devemos tentar não perder a oportunidade entre a primeira e a segunda linha&quot;"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">Ovidio Fernández começou por identificar dois cenários numa segunda linha terapêutica do carcinoma de células renais avançado (CCRa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro cenário diz respeito à progressão após tratamento adjuvante, em que o momento da progressão durante o tratamento ou nos primeiros seis meses após a sua conclusão é determinante para a decisão clínica. Neste cenário, o oncologista sublinhou que &#8220;um inibidor de tirosina-cinase em monoterapia é a opção prioritária&#8221;, existindo diferentes fármacos com evidência de atividade, com estudos prospetivos que sustentam a sua utilização em monoterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo cenário refere-se à progressão após combinações de primeira linha, sejam de inibidor de tirosina-cinase com imunoterapia ou de imunoterapia dupla. Neste contexto, o especialista foi claro quanto à prioridade: &#8220;Devemos tentar não perder a oportunidade entre a primeira e a segunda linha&#8221;, sendo os inibidores de tirosina-cinase &#8220;os fármacos de eleição na sua utilização&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente ao posicionamento do cabozantinib após falência de terapêuticas prévias, Ovidio Fernández destacou a robustez da evidência: trata-se de um inibidor de tirosina-cinase de segunda geração que já havia demonstrado atividade importante no estudo METEOR, e que os dados da vida real e estudos prospetivos confirmam após combinação em 1L.</p>



<p class="wp-block-paragraph">CBZ-PT-000463 Junho de 2026</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">A publicação deste artigo foi financiada através de sponsorship da&nbsp;Ipsen&nbsp;Pharma. As conclusões, interpretações e opiniões aqui expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. A&nbsp;Ipsen&nbsp;Pharma declina qualquer responsabilidade sobre o conteúdo das mesmas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/ccra-e-sequenciacao-terapeutica-devemos-tentar-nao-perder-a-oportunidade-entre-a-primeira-e-a-segunda-linha/">CCRa e sequenciação terapêutica: &#8220;Devemos tentar não perder a oportunidade entre a primeira e a segunda linha&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova era no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2- em debate nos Encontros da Primavera</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/nova-era-no-tratamento-adjuvante-do-cancro-da-mama-rh-her2-em-debate-nos-encontros-da-primavera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221022</guid>

					<description><![CDATA[<p>A evolução das estratégias terapêuticas no cancro da mama RH+/HER2- de alto risco e os desafios da sua aplicação na prática clínica estiveram em discussão no Simpósio-satélite Lilly — “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do Cancro de Mama RH+/HER2-: intercâmbio de experiência clínica e evidência aplicada, com especialistas de referência” — [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/nova-era-no-tratamento-adjuvante-do-cancro-da-mama-rh-her2-em-debate-nos-encontros-da-primavera/">Nova era no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2- em debate nos Encontros da Primavera</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A evolução das estratégias terapêuticas no cancro da mama RH+/HER2- de alto risco e os desafios da sua aplicação na prática clínica estiveram em discussão no Simpósio-satélite Lilly — “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do Cancro de Mama RH+/HER2-: intercâmbio de experiência clínica e evidência aplicada, com especialistas de referência” — que decorreu no âmbito dos Encontros da Primavera 2026. A sessão contou com as intervenções das oncologistas Debora Gagliato e Ana Ferreira, sob moderação de Miguel Barbosa, oncologista clínico da ULS de São João.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incorporação dos inibidores de CDK4/6 no tratamento do cancro da mama HR+/HER2- de alto risco marcou uma mudança relevante no paradigma terapêutico, mas a sua implementação prática continua a depender da capacidade de traduzir evidência robusta em decisões clínicas sustentadas. Foi neste ponto de interseção entre ciência e prática que se centrou a intervenção de Debora Gagliato, oncologista médica na rede de Saúde Américas (Brasil), ao partilhar a sua experiência com abemaciclib</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abemaciclib na prática clínica: da evidência à gestão real do doente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Partindo de um caso clínico de uma doente com múltiplas comorbilidades (obesidade, diabetes, hipertensão e dislipidemia) e doença localmente avançada com envolvimento ganglionar significativo, a especialista brasileira ilustrou a complexidade da tomada de decisão. Após cirurgia, quimioterapia e radioterapia, a doente iniciou terapêutica endócrina associada a abemaciclib, cumprindo os critérios definidos no estudo monarchE (Johnston <em>et al</em>., <em>J Clin Oncol</em> 2020).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ensaio de fase 3 demonstrou que a adição de abemaciclib à terapêutica endócrina reduz significativamente o risco de recorrência em doentes com cancro da mama precoce HR+/HER2- de alto risco. Dados mais recentes (coorte 1, doentes com ≥4 gânglios positivos ou 1–3 com fatores de alto risco) reforçam este benefício, com “uma redução relativa de 16,5% no risco de morte” aos sete anos de seguimento (Johnston <em>et al., Ann Oncol</em> 2025). “Estamos a falar de um ganho que é clinicamente relevante e que começa a ter tradução clara em sobrevivência global”, sublinhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a oncologista alertou para um ponto frequentemente negligenciado: a perceção do benefício por parte do doente. “Muitas vezes, a doente vê o abemaciclib como mais um tratamento, mais toxicidade e, como tal, cabe-nos a nós explicar o que está em causa e qual o impacto real na sobrevivência”, afirmou. Esta comunicação é determinante para a adesão, especialmente num contexto de tratamento prolongado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão da toxicidade emerge, assim, como um pilar central. A diarreia é o efeito adverso mais frequente, com incidência reportada em cerca de 80% dos doentes. Ainda assim, a maioria dos casos é de baixo grau e manejável, com redução da incidência ao longo do tempo (Rugo <em>et al., Ann Oncol</em> 2022). “Se não anteciparmos este efeito adverso, comprometemos a experiência do doente e, potencialmente, a continuidade do tratamento”, alertou a oncologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a redução de dose assume um papel estratégico. “Existe ainda alguma resistência em reduzir dose, como se isso implicasse perda de eficácia. Os dados mostram exatamente o contrário”, notou a oncologista, recordando que no estudo monarchE “cerca de 44% das doentes necessitaram de ajuste posológico sem que tenha havido qualquer impacto nos <em>outcomes </em>clínicos”. Na prática real, esta percentagem pode ser ainda superior, sobretudo em populações mais frágeis. (Anna Ter-Zakarian <em>et al.</em> <em>J Clin Oncol </em>2024)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da gestão de efeitos adversos, a adesão terapêutica foi identificada como um fator crítico. Dados dos estudos monarchE e NATALEE mostram taxas de descontinuação por toxicidade, respetivamente de 18,5% e 19%, concentradas sobretudo nos primeiros meses de tratamento (Rugo <em>et al., Ann On</em>col 2022; Slamon <em>et al., N Engl J Med</em> 2024). “É precisamente neste período inicial que temos maior margem de intervenção”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência em mundo real reforça esta necessidade. Dados provenientes da base <em>Flatiron Health</em> mostram que a redução de dose é particularmente frequente em doentes mais idosas, “podendo atingir 61% nas pessoas com mais de 65 anos, sem qualquer perda de benefício clínico, o que sublinha a importância de uma abordagem individualizada, ajustada ao perfil da doente”. (SABCS 2024 de Hudson <em>et al</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da evidência robusta, a subutilização do abemaciclib permanece um problema relevante. Como evidenciou a especialista, “estudos recentes indicam que uma proporção significativa de doentes elegíveis não recebe esta terapêutica, incluindo cerca de 60% na população com critérios clássicos de alto risco”. (Tolaney, <em>ESMO Open</em> 2026; 11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem final de Debora Gagliato é inequívoca: “Estamos perante uma população com risco elevado de recidiva e mortalidade e não tratar adequadamente tem consequências claras”. Num contexto em que a evidência já não é o principal obstáculo, o desafio passa a ser “garantir a sua implementação consistente e eficaz na prática clínica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Decisão terapêutica e qualidade de vida: o equilíbrio no uso de abemaciclib</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguiu-se a intervenção de Ana Ferreira, coordenadora da Clínica de Mama do IPO do Porto, que através de um caso clínico de uma doente de 39 anos com doença ganglionar positiva, demonstrou a aplicação dos critérios do estudo monarchE na prática clínica (Johnston <em>et al., J Clin Oncol</em> 2020). Após quimioterapia neoadjuvante, cirurgia e radioterapia, a doente manteve doença residual, enquadrando-se num perfil de alto risco de recorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é precisamente o tipo de doente que beneficia de intensificação terapêutica”, afirmou, sublinhando que o abemaciclib é, atualmente, o único inibidor de CDK4/6 com benefício demonstrado em sobrevivência global no contexto adjuvante (Johnston<em>et al., Ann Oncol </em>2025).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais relevantes da sua intervenção foi a análise crítica do benefício absoluto. “Falamos muitas vezes de um ganho de 1,8% na sobrevivência global aos sete anos como sendo marginal, mas isso não é uma leitura correta”, afirmou. Comparando com dados históricos da terapêutica endócrina, nomeadamente análises do <em>Early Breast Cancer Trialists’ Collaborative Group</em> (<em>Lancet </em>2015), destacou que “ganhos semelhantes sustentaram mudanças estruturais na prática clínica, nomeadamente no caso da introdução dos inibidores de aromatase, que hoje ninguém coloca em questão, e que mostrou um benefício de 2% aos 10 anos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além disso, enfatizou que o benefício do abemaciclib não se limita ao período de tratamento. “Existe um efeito sustentado após os dois anos de terapêutica, o que sugere um impacto na doença micrometastática”, explicou, alinhando com o conceito de efeito “<em>carryover</em>” descrito nos estudos clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma ressaltou a possibilidade de associação de abemaciclib com diferentes opções de terapêutica endócrina, permitindo  otimizar a tolerabilidade sem comprometer a eficácia. No entanto, segundo a especialista, esta decisão implica considerar riscos adicionais, nomeadamente o aumento do risco de trombose venosa associado ao tamoxifeno. “A educação do doente é fundamental, não só para os efeitos adversos mais frequentes, mas também para riscos menos evidentes”, sublinhou Ana Ferreira, destacando medidas preventivas como exercício físico e estratégias de vigilância clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PP-AL-PT-0649</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/nova-era-no-tratamento-adjuvante-do-cancro-da-mama-rh-her2-em-debate-nos-encontros-da-primavera/">Nova era no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2- em debate nos Encontros da Primavera</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inibidores das ciclinas consolidam nova era no tratamento adjuvante</title>
		<link>https://myoncologia.pt/entrevistas/inibidores-das-ciclinas-consolidam-nova-era-no-tratamento-adjuvante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221016</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os inibidores das ciclinas estão a mudar o tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2-, sobretudo nas doentes com maior risco de recidiva. A ideia foi defendida por Debora Gagliato, médica oncologista da Rede Américas, no Brasil, durante o Simpósio-satélite Lilly “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do Cancro de Mama RH+/HER2-“, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/inibidores-das-ciclinas-consolidam-nova-era-no-tratamento-adjuvante/">Inibidores das ciclinas consolidam nova era no tratamento adjuvante</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os inibidores das ciclinas estão a mudar o tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2-, sobretudo nas doentes com maior risco de recidiva. A ideia foi defendida por <strong>Debora Gagliato</strong>, médica oncologista da Rede Américas, no Brasil, durante o Simpósio-satélite Lilly “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do Cancro de Mama RH+/HER2-“, integrado nos Encontros da Primavera, em Évora. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1185090649?h=5d454e1382&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Inibidores das ciclinas consolidam nova era no tratamento adjuvante"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">“Os inibidores de ciclinas são drogas que revolucionaram o manejo do cancro da mama hormonal, quer na doença avançada, quer na doença localizada”, afirmou desde logo a oncologista. Atualmente existem três inibidores das ciclinas disponíveis (palbociclib, ribociclib e abemaciclib), mas a especialista alertou que “são drogas distintas”, com “diferenças ao nível da estrutura química, do mecanismo de ação e da toxicidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a oncologista, a discussão centra-se hoje principalmente entre ribociclib e abemaciclib, embora os dois fármacos tenham sido estudados em populações diferentes. “O ribociclib foi avaliado em doentes de alto risco e risco intermédio-alto, incluindo doentes sem envolvimento ganglionar, mas com critérios de alto risco no tumor primário”, explicou. Já o abemaciclib foi estudado em doentes de risco mais elevado, nomeadamente com vários gânglios comprometidos ou com fatores adicionais de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esse propósito referiu o estudo monarchE, o ensaio “com mais tempo de seguimento (sete anos), e que mostra que o abemaciclib reduz substancialmente o risco de recidiva invasiva”, afirmou. Debora Gagliato salientou ainda que o abemaciclib apresenta “um delta absoluto de cerca de 6%, o que é clinicamente relevante”, bem como “um ganho de sobrevivência global com um hazard ratio de 0,85”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A toxicidade continua, no entanto, a ser um fator importante na decisão terapêutica. “Com abemaciclib predomina a diarreia, em geral de baixo grau, já quanto ao ribociclib, precisamos de ficar atentos à toxicidade hepática e também ao prolongamento do intervalo QTC”, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática clínica, a especialista defendeu uma abordagem individualizada. “Para a doente de alto risco com envolvimento ganglionar dois anos de abemaciclib é uma ótima opção. Para a doente com doença axilar negativa de alto risco, o ribociclib é uma ótima opção”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Debora Gagliato, a decisão deve ser partilhada com a doente e adaptada às características de cada caso. “São duas medicações que vieram revolucionar a cura das mulheres com doença hormonal localizada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumo das Características do Medicamento – Verzenios: <a href="https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/52246ef4-775d-412a-a957-fb57dcaec13c.pdf">https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/52246ef4-775d-412a-a957-fb57dcaec13c.pdf</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumo das Características do Medicamento &#8211; Ribociclib: <a href="https://www.ema.europa.eu/pt/documents/product-information/kisqali-epar-product-information_pt.pdf">https://www.ema.europa.eu/pt/documents/product-information/kisqali-epar-product-information_pt.pdf</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamentos sujeitos a receita médica restrita.<br>Medicamentos autorizados para efeitos de aquisição hospitalar.<br>Para mais informações contactar o representante do titular da Autorização de Introdução no Mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PP-AL-PT-0649</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/inibidores-das-ciclinas-consolidam-nova-era-no-tratamento-adjuvante/">Inibidores das ciclinas consolidam nova era no tratamento adjuvante</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escolher o medicamento certo para o doente certo continua a ser o principal desafio</title>
		<link>https://myoncologia.pt/entrevistas/escolher-o-medicamento-certo-para-o-doente-certo-continua-a-ser-o-principal-desafio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221019</guid>

					<description><![CDATA[<p>A utilização dos inibidores das ciclinas no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2− já faz parte da prática clínica. No entanto, a sua escolha continua a exigir uma avaliação cuidada de múltiplos fatores, como o perfil de risco da doença, as comorbilidades e o perfil de toxicidade de cada fármaco. A perspetiva foi partilhada [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/escolher-o-medicamento-certo-para-o-doente-certo-continua-a-ser-o-principal-desafio/">Escolher o medicamento certo para o doente certo continua a ser o principal desafio</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A utilização dos inibidores das ciclinas no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2− já faz parte da prática clínica. No entanto, a sua escolha continua a exigir uma avaliação cuidada de múltiplos fatores, como o perfil de risco da doença, as comorbilidades e o perfil de toxicidade de cada fármaco. A perspetiva foi partilhada por <strong>Ana Ferreira</strong>, coordenadora da Clínica de Mama do IPO do Porto, à margem da sessão Lilly “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2−”, realizada no âmbito dos Encontros da Primavera 2026. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1185090552?h=d19da29f07&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Escolher o medicamento certo para o doente certo continua a ser o principal desafio"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">“Os inibidores das ciclinas fazem hoje parte da prática clínica no tratamento do cancro da mama. Inicialmente, a sua utilização estava circunscrita ao contexto metastático, mas atualmente também têm um papel relevante no tratamento adjuvante”, começou por referir a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ana Ferreira, uma das principais diferenças entre os dois fármacos atualmente disponíveis (ribociclib e abemaciclib) em contexto adjuvante reside nos subgrupos de doentes elegíveis para cada um deles. “No tratamento adjuvante, uma das grandes diferenças é precisamente o subgrupo de doentes em que utilizamos um fármaco e aquele em que utilizamos o outro”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oncologista recordou que existe uma área de sobreposição, já que ambos os fármacos podem ser utilizados em doentes com doença de maior risco. Ainda assim, há situações clínicas em que apenas um deles está indicado. “Existe um grupo comum em que podemos utilizar qualquer um dos dois inibidores das ciclinas disponíveis em contexto adjuvante, seja o ribociclib seja o abemaciclib. Há, contudo, um subgrupo de doentes em que apenas um deles está indicado, nomeadamente o ribociclib”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ana Ferreira, a primeira decisão terapêutica passa precisamente por perceber “qual é o inibidor indicado para quem”. Só depois dessa definição é que entram em consideração outros fatores clínicos relevantes, como o perfil de toxicidade e as características individuais da doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando temos de optar entre um e outro, entra então o perfil de toxicidade em conjugação com o perfil do doente”, sublinhou. No caso do ribociclib, a especialista destacou o maior potencial de interações medicamentosas e o risco de prolongamento do intervalo QTC “Há um grupo de doentes que, pela medicação concomitante que faz ou pelas comorbilidades que apresenta, tem um risco acrescido para a utilização do ribociclib”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente ao abemaciclib, a principal toxicidade associada é de natureza gastrointestinal (Rugo HS, et al. The Oncologist. 2021). “O abemaciclib tem como principal toxicidade a diarreia”, recordou a oncologista. Por esse motivo, doentes com patologia gastrointestinal prévia ou sob medicação que aumente o risco de diarreia requerem maior vigilância e uma abordagem mais cuidadosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, Ana Ferreira fez questão de sublinhar que estas situações raramente constituem uma contraindicação absoluta ao tratamento. “Não são contraindicações formais. Exigem, sim, um seguimento mais próximo, uma vigilância adequada e uma adaptação dos cuidados de suporte”, clarificou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concluir, resumiu de forma clara o racional clínico que deve orientar a decisão terapêutica no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2−: “Escolher o medicamento certo para o doente certo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumo das Características do Medicamento &#8211; Ribociclib: <a href="https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/52246ef4-775d-412a-a957-fb57dcaec13c.pdf">https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/52246ef4-775d-412a-a957-fb57dcaec13c.pdf </a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamento sujeito a receita médica restrita.<br>Medicamento autorizado para efeitos de aquisição hospitalar.<br>Para mais informações contactar o representante do titular da Autorização de Introdução no Mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PP-AL-PT-0649</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/escolher-o-medicamento-certo-para-o-doente-certo-continua-a-ser-o-principal-desafio/">Escolher o medicamento certo para o doente certo continua a ser o principal desafio</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>(Re)veja as imagens que assinalam a evolução e inovação na Oncologia </title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/inovacao-e-multidisciplinaridade-as-imagens-que-assinalam-a-evolucao-da-oncologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221056</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cidade de Évora voltou a acolher a Oncologia nacional em mais uma edição dos Encontros da Primavera 2026. Este fórum de excelência dedicou-se a analisar as transformações mais profundas no tratamento do cancro, destacando-se a integração de novas soluções terapêuticas no SNS. O foco recaiu especialmente sobre os avanços em patologias de elevada incidência, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/inovacao-e-multidisciplinaridade-as-imagens-que-assinalam-a-evolucao-da-oncologia/">(Re)veja as imagens que assinalam a evolução e inovação na Oncologia </a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Évora voltou a acolher a Oncologia nacional em mais uma edição dos Encontros da Primavera 2026. Este fórum de excelência dedicou-se a analisar as transformações mais profundas no tratamento do cancro, destacando-se a integração de novas soluções terapêuticas no SNS. O foco recaiu especialmente sobre os avanços em patologias de elevada incidência, como o cancro do pulmão, da mama, da próstata e gástrico, sempre sob a premissa de que a Medicina personalizada deve ser a prioridade máxima do sistema de saúde. Através de uma galeria de imagens dedicada, é possível acompanhar alguns dos momentos mais relevantes deste evento onde especialistas de todo o país partilharam as experiências que estão a desenhar o futuro do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa deste ano distinguiu-se por ir muito além da discussão clínica convencional, abordando o impacto de novas fronteiras tecnológicas como a inteligência artificial. Foram também debatidas estratégias de suporte fundamentais para o sucesso do tratamento, com destaque para a nutrição no doente oncológico e a gestão da anemia através do <em>patient blood management</em>. No centro de todas as sessões esteve a premissa de que o sucesso de qualquer intervenção, inclusive as cirúrgicas, deve ser aferido não só pela eficácia oncológica, mas também pela preservação da qualidade de vida e bem-estar do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta edição reforçou a vitalidade da investigação em Portugal ao promover um cruzamento de saberes essencial entre diferentes áreas. A colaboração estreita entre oncologistas, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e outros profissionais de saúde reafirmou que o combate ao cancro exige uma visão integrada. Ao colocar em perspetiva as mudanças terapêuticas e os novos modelos de cuidado, os Encontros da Primavera consolidaram-se, mais uma vez, como o ponto de encontro obrigatório para quem molda a oncologia no nosso país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Encontros da Primavera decorreram de 15 a 18 de abril, em Évora.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221072" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221072" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/05-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="400" data-id="221076" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221076" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/33-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="400" data-id="221063" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221063" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/06-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221060" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221060" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/7-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221062" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221062" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/76-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221061" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221061" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/34-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221064" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221064" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/66-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221065" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221065" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/69-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221066" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221066" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/70-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221074" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221074" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/128-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221067" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221067" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/40-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221068" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221068" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/58-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221069" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221069" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/22-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221070" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221070" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221071" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221071" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/2-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221059" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221059" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/28-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221073" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221073" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/20-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221075" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221075" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/44-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221077" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221077" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/13-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="221078" src="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-221078" srcset="https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-600x400.jpg 600w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-300x200.jpg 300w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-768x512.jpg 768w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-1536x1024.jpg 1536w, https://myoncologia.pt/wp-content/uploads/2026/05/30-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
</figure>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/inovacao-e-multidisciplinaridade-as-imagens-que-assinalam-a-evolucao-da-oncologia/">(Re)veja as imagens que assinalam a evolução e inovação na Oncologia </a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atualização científica marca simpósio nos Encontros da Primavera</title>
		<link>https://myoncologia.pt/entrevistas/atualizacao-cientifica-marca-simposio-nos-encontros-da-primavera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221053</guid>

					<description><![CDATA[<p>A participação da BeOne Medicines nos Encontros da Primavera, através da organização de um simpósio dedicado, é vista por Sérgio Barroso, do steering committee dos Encontros da Primavera 2026, como um contributo relevante para a atualização científica e para o reforço das opções terapêuticas em Oncologia. A iniciativa insere-se num contexto de evolução contínua das [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/atualizacao-cientifica-marca-simposio-nos-encontros-da-primavera/">Atualização científica marca simpósio nos Encontros da Primavera</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A participação da BeOne Medicines nos Encontros da Primavera, através da organização de um simpósio dedicado, é vista por <strong>Sérgio Barroso</strong>, do <em>steering committee</em> dos Encontros da Primavera 2026, como um contributo relevante para a atualização científica e para o reforço das opções terapêuticas em Oncologia. A iniciativa insere-se num contexto de evolução contínua das estratégias de tratamento, particularmente em áreas de elevada necessidade clínica. Assista à entrevista.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1185089199?h=1f93796700&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Atualização científica marca simpósio nos Encontros da Primavera"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Além da partilha de conhecimento, Sérgio Barroso destaca o impacto concreto das soluções trazidas pela farmacêutica: “A BeOne traz mais algumas alternativas de terapêuticas a juntar àquilo que são um conjunto alternativas que já temos na Oncologia”. Estas novas abordagens incidem sobre áreas críticas e “são alternativas terapêuticas importantes para áreas muito importantes, como é o caso do cancro do pulmão e como é o caso do cancro gastroesofágico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nos dados disponíveis, o potencial destas terapias é significativo, uma vez que considerando os dados já conhecidos, “são excelentes alternativas terapêuticas que vão aumentar as nossas ferramentas para podermos tratar estes doentes de uma forma mais eficiente”, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, o simpósio da BeOne sobre inovação acessível a mais doentes com cancro do pulmão e gastroesofágico coloca em destaque os profissionais de saúde, sobretudo no que concerne à “atualização da informação, com o intuito de ficarmos mais capacitados para tratarmos os nossos doentes de uma forma mais adequada”, afirma o especialista em Oncologia. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/atualizacao-cientifica-marca-simposio-nos-encontros-da-primavera/">Atualização científica marca simpósio nos Encontros da Primavera</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando fazer neoadjuvância no cancro do cólon? </title>
		<link>https://myoncologia.pt/opiniao/quando-fazer-neoadjuvancia-no-cancro-do-colon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221009</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cidália Pinto explora a transição de um modelo de decisão baseado apenas no estádio radiológico para uma seleção orientada pelo perfil biológico do tumor. O artigo de opinião destaca o papel crítico do sistema de reparação do ADN (MMR) e os resultados extraordinários da imunoterapia neoadjuvante — que alcançou taxas de resposta patológica de 98% [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/opiniao/quando-fazer-neoadjuvancia-no-cancro-do-colon/">Quando fazer neoadjuvância no cancro do cólon? </a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cidália Pinto</strong> explora a transição de um modelo de decisão baseado apenas no estádio radiológico para uma seleção orientada pelo perfil biológico do tumor. O artigo de opinião destaca o papel crítico do sistema de reparação do ADN (MMR) e os resultados extraordinários da imunoterapia neoadjuvante — que alcançou taxas de resposta patológica de 98% no estudo NICHE-2. Entre a análise de mutações genéticas e a inovação do ctDNA, a oncologista da ULS Algarve explica como a seleção rigorosa dos doentes de maior risco local está a redefinir os padrões de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cancro colorretal continua a ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade a nível mundial, com mais de 1,9 milhões de novos casos reportados em 2020. O cancro do cólon localmente avançado constitui um desafio particular, pela extensão da doença, maior complexidade cirúrgica e risco de ressecção incompleta. Historicamente, o tratamento assentava na cirurgia radical seguida de quimioterapia adjuvante. No entanto, estamos a assistir a uma mudança de paradigma. Estudos como o FOxTROT e o OPTICAL demonstraram que a quimioterapia neoadjuvante pode reduzir o risco de morte em 38% e o risco de recidiva em 21%. Além disso, esta abordagem aumenta em 80% a probabilidade de uma cirurgia com margens negativas. Em contrapartida, o estudo NeoCol recordou-nos que esta estratégia não pode ser generalizada: apesar de algum benefício patológico e da redução da necessidade de quimioterapia adjuvante em parte dos doentes, não demonstrou superioridade clara em sobrevivência livre de doença face à cirurgia<em> upfront</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a neoadjuvância no cólon não deve ser entendida como novo<em> standard</em> universal, mas antes como uma opção seletiva para doentes de maior risco local. Essa seleção já não depende apenas da extensão da doença, sendo hoje também orientada pelo perfil biológico do tumor, nomeadamente pelo estado do sistema de reparação do ADN (MMR). Os tumores pMMR parecem concentrar a maior parte do benefício da quimioterapia pré-operatória, com taxas de resposta patológica major na ordem dos 22%. Já nos tumores dMMR, a quimioterapia convencional tem eficácia limitada, mas é precisamente aqui que a imunoterapia neoadjuvante revela resultados extraordinários. Dados do estudo NICHE-2 mostraram uma taxa de resposta patológica de 98% neste subgrupo. Uma das observações mais surpreendentes, reforçada pelo estudo NICHE publicado em 2025, é que mesmo uma fração dos doentes pMMR, cerca de 26%, poderá responder à imunoterapia combinada, sobretudo aqueles com mutações no gene TP53 e elevada instabilidade genómica. Esta evidência abre a porta a uma seleção futura baseada em biomarcadores moleculares e não apenas no estádio radiológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma complementar, a inovação estende-se à monitorização através do ctDNA, ou ADN tumoral circulante. A sua deteção e subsequente eliminação após o tratamento neoadjuvante poderão funcionar como preditor robusto de resposta patológica, permitindo ajustar a estratégia terapêutica em tempo real. Em suma, a transição para uma abordagem multidisciplinar e seletiva no cancro do cólon não é apenas uma opção, mas uma necessidade. Ao tratarmos precocemente a doença micrometastática e ao otimizarmos as condições cirúrgicas, aproximamo-nos cada vez mais de uma medicina de precisão centrada na sobrevivência e na qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Artigo publicado originalmente no Jornal do Congresso dedicado aos Encontros da Primavera 2026. </em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/opiniao/quando-fazer-neoadjuvancia-no-cancro-do-colon/">Quando fazer neoadjuvância no cancro do cólon? </a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma nova fronteira terapêutica: radioterapia no carcinoma de células renais</title>
		<link>https://myoncologia.pt/opiniao/uma-nova-fronteira-terapeutica-radioterapia-no-carcinoma-de-celulas-renais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=221006</guid>

					<description><![CDATA[<p>Da evidência internacional à prática clínica real: Carlos Fardilha explora o papel crescente da SBRT no tratamento do cancro do rim. Com base na experiência do seu centro e nos dados mais recentes das guidelines internacionais, o radioncologista detalha as vantagens desta modalidade, que dispensa anestesia e internamento. O artigo de opinião aborda ainda o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/opiniao/uma-nova-fronteira-terapeutica-radioterapia-no-carcinoma-de-celulas-renais/">Uma nova fronteira terapêutica: radioterapia no carcinoma de células renais</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Da evidência internacional à prática clínica real: <strong>Carlos Fardilha</strong> explora o papel crescente da SBRT no tratamento do cancro do rim. Com base na experiência do seu centro e nos dados mais recentes das <em>guidelines</em> internacionais, o radioncologista detalha as vantagens desta modalidade, que dispensa anestesia e internamento. O artigo de opinião aborda ainda o potencial sinérgico da radioterapia com a imunoterapia, abrindo novas perspetivas para o tratamento da doença metastática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento do carcinoma de células renais (CCR) tem sido historicamente dominado pela abordagem cirúrgica, nomeadamente a nefrectomia parcial ou radical. No entanto, nos últimos anos, assistimos a uma mudança paradigmática impulsionada pela evolução da Radioterapia estereotáxica corporal (SBRT), que se tem afirmado como uma alternativa não invasiva, eficaz e segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evidência recente, incluindo meta-análises e estudos prospetivos, demonstra taxas de controlo local superiores a 95% aos dois anos, com um perfil de toxicidade muito favorável, apresentando menos de 5% de eventos adversos de grau elevado. Estes resultados são particularmente relevantes em doentes inoperáveis ou com elevado risco cirúrgico, onde a SBRT permite uma abordagem curativa sem necessidade de anestesia geral. Para além da eficácia oncológica, a preservação da função renal emerge como um dos principais benefícios desta técnica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência do nosso centro vem corroborar estes dados. Com uma série superior a 20 doentes tratados com SBRT para CCR, temos observado uma excelente tolerabilidade, com toxicidade praticamente inexistente. Nos doentes com <em>follow-up</em> disponível, os resultados confirmam um controlo local muito elevado, em linha com a evidência internacional, reforçando a robustez desta abordagem na prática clínica real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importa ainda destacar que a SBRT já se encontra contemplada nas principais <em>guidelines</em> internacionais. Os resultados obtidos são comparáveis aos da cirurgia em termos de controlo tumoral, com a vantagem de se tratar de uma abordagem não invasiva, sem necessidade de internamento ou período de recobro, permitindo um regresso mais rápido dos doentes às suas atividades de vida diárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspeto de crescente interesse é o potencial sinérgico da SBRT com terapias sistémicas, nomeadamente inibidores de tirosina quinase e imunoterapia. Dados preliminares sugerem não só um excelente controlo local das lesões irradiadas, mas também a possibilidade de potenciar respostas sistémicas, incluindo fenómenos abscopais, o que abre novas perspetivas no tratamento da doença metastática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a SBRT deve ser considerada uma opção de tratamento de primeira linha em doentes com CCR localizado que não são candidatos a cirurgia ou que a recusem. A utilização de esquemas de dose ablativa, como 26 Gy em fração única ou 42 Gy em três frações, é fundamental para maximizar a eficácia terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, a SBRT redefine o papel da Radioterapia no CCR, posicionando-se como uma modalidade curativa, segura e centrada na preservação da função orgânica, contribuindo para um tratamento mais personalizado e menos invasivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Artigo publicado originalmente no Jornal do Congresso dedicado aos Encontros da Primavera 2026. </em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/opiniao/uma-nova-fronteira-terapeutica-radioterapia-no-carcinoma-de-celulas-renais/">Uma nova fronteira terapêutica: radioterapia no carcinoma de células renais</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acesso aos tratamentos oncológicos depende de equipas organizadas e comunicação eficaz</title>
		<link>https://myoncologia.pt/entrevistas/acesso-aos-tratamentos-oncologicos-depende-de-equipas-organizadas-e-comunicacao-eficaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros da Primavera 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoncologia.pt/?p=220987</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sessão “Farmacêuticos dos cuidados de saúde” contou com a participação de José Feio, da ULS de Coimbra, que além de desempenhar o papel de moderador, foi também responsável por explanar o tema “Acesso a tecnologia do medicamento em Oncologia numa Unidade Hospitalar”, durante os Encontros da Primavera 2026. O farmacêutico hospitalar defende que nenhum [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/acesso-aos-tratamentos-oncologicos-depende-de-equipas-organizadas-e-comunicacao-eficaz/">Acesso aos tratamentos oncológicos depende de equipas organizadas e comunicação eficaz</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A sessão “Farmacêuticos dos cuidados de saúde” contou com a participação de <strong>José Feio</strong>, da ULS de Coimbra, que além de desempenhar o papel de moderador, foi também responsável por explanar o tema “Acesso a tecnologia do medicamento em Oncologia numa Unidade Hospitalar”, durante os Encontros da Primavera 2026. O farmacêutico hospitalar defende que nenhum doente deve ficar sem terapêutica e que os processos hospitalares devem ser mais simples, integrados e centrados no doente. Assista à entrevista.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1184073715?h=11e4dcaab0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Acesso aos tratamentos oncológicos depende de equipas organizadas e comunicação eficaz"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">O acesso atempado aos medicamentos oncológicos continua a ser um dos grandes desafios dos sistemas de saúde, mas, segundo o especialista, a solução passa menos por falta de recursos e mais pela forma como os cuidados estão organizados. É importante “explicar que a organização nos hospitais é necessária para que os doentes oncológicos acedam ao medicamento o mais rapidamente possível”, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É essencial que as equipas conversem, que as equipas do ciclo diagnóstico-terapêutico, médico, farmacêutico e enfermeiro, tenham, de uma forma organizada e sustentada, reuniões de trabalho”, sublinhou. Este alinhamento permite discutir casos, otimizar decisões e garantir respostas mais rápidas e eficazes para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico passa pela mudança de foco nas instituições. “A organização hospitalar deve afirmar-se focada no doente e não no produto”, defendeu, acrescentando que os processos devem ser “simples e transparentes”. Para José Feio quando estas condições estão reunidas, os ganhos são claros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consistência no funcionamento das equipas é igualmente determinante. “Se trabalharem de uma forma sustentada, organizada, vamos encurtar os tempos e responder melhor às expectativas”, afirmou, alertando para a necessidade de evitar falhas na articulação entre profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão decorreu numa parceria entre a Sociedade Portuguesa das Farmácias e Cuidados de Saúde e os Encontros da Primavera 2026.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/entrevistas/acesso-aos-tratamentos-oncologicos-depende-de-equipas-organizadas-e-comunicacao-eficaz/">Acesso aos tratamentos oncológicos depende de equipas organizadas e comunicação eficaz</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
