Durante 15 anos, os profissionais de saúde e os doentes com cancro do ovário não receberam novas opções terapêuticas. Após este período, 2018 ficou marcado pelo ano da mudança, com a aprovação dos inibidores da PARP em 1.ª linha (1L). Em entrevista, Filipa Silva, oncologista na Fundação Champalimaud, destacou que…
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