“É verdade que, sobretudo no reto baixo, estamos limitados áquilo a que chamamos de estadiamento clínico. Ou seja: é o estadiamento com toques retais, com exames endoscópicos e a ressonância magnética pélvica. Mas acho que vamos, rapidamente, progredir para o estadiamento biológico”. Esta é a previsão de Nuno Leitão Figueiredo,…
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