Opinião

O papel das associações de doentes no tratamento do doente oncológico junto da sociedade e do poder político

12 Jun. 2018

A sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde está em risco. Evidencia-se cada vez mais a necessidade de capacitar as associações de doentes e os doentes, pois o sistema por si não terá capacidade de reposta ao crescente número de doentes crónicos, pela melhoria dos tratamentos e pelo consequente envelhecimento da população, entre outros fatores. Por isso, chegou-se à conclusão da necessidade de mudar o paradigma. O abandono da medicina paternalista em favor de uma medicina centrada no cidadão/ utente/ doente, incluindo o próprio no processo da decisão do tratamento. Como é óbvio, não se deve decidir nada sem auscultar os próprios doentes e representantes na construção de um futuro melhor e o papel das associações junto da sociedade e do poder político deve ser interventivo.

 

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Dr.ª Joana Espiga de Macedo, médica oncologista no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga

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