Opinião

O papel da imuno-Oncologia no tratamento do cancro da cabeça e pescoço
Prof.ª Doutora Cláudia Vieira
28 Jul. 2020

O cancro de cabeça e pescoço (mais frequentemente espinocelular) é o sexto tipo de tumor mais frequente no mundo e responsável por 1-2% de todas as causas de morte. As taxas de curas são melhores na doença localizada ou locorregional, contudo a sobrevivência aos 3 anos não ultrapassa os 40%. Existem diferentes prognósticos conforme a localização, o tipo histológico e os fatores de risco associados, além, obviamente, do estadio ao diagnóstico.

Carcinoma do ovário: novos biomarcadores, novas terapêuticas?
Dr.ª Noémia Afonso
17 Dez. 2019

A terapêutica do cancro do ovário (CO) manteve-se praticamente inalterável durante um longo período e a investigação de biomarcadores com potencial impacto na prática clínica revelou-se lenta ao longo dos anos. Tradicionalmente, o tratamento do CO tem por base a cirurgia de citorredução máxima, a quimioterapia à base de platino, eventualmente associada a tratamento concomitante e de manutenção com o anti-angiogénico bevacizumab. 

Três décadas de rastreio de cancro da mama em Portugal
Dr. Vítor Rodrigues
12 Nov. 2019

No âmbito do Dia Nacional de Luta Contra o Cancro da Mama, assinalado no dia 30 de outubro, o Dr. Vítor Rodrigues, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, faz um ponto de situação dos 30 anos do rastreio do cancro da mama em Portugal. Leia o artigo de opinião na íntegra.

Hiperplasia benigna de próstata: o que é, como se deteta e como se trata
Prof. Doutor Estevão Lima,  coordenador Nacional da Urologia da CUF
08 Out. 2019

A próstata é uma glândula exócrina do aparelho genital masculino fundamental para a reprodução. A sua principal função é segregar um conjunto de substâncias que são responsáveis, entre outras funções, pela liquefação do esperma depois da ejaculação e pela preservação dos espermatozoides para a fecundação através dos nutrientes e bactericidas presentes no esperma.

Biotecnologia: as patentes como indicadores de tendência tecnológica e de investimento
Prof.ª Doutora Raquel Antunes
26 Jul. 2019

Outrora um investimento de risco, a Biotecnologia é hoje uma forte aposta para o futuro. Os números são claros: os pedidos de patente continuam a crescer, e Portugal segue esta tendência de forma segura.

Definição de tratamentos na ambicionada Medicina de Precisão. Serão os testes genéticos a resposta?
Dr.ª Joana Espiga de Macedo, médica oncologista no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga
15 Jan. 2019

Desde longa data que, nos tumores sólidos, a biópsia tecidular é o exame de excelência para diagnóstico histológico e estudos imunoquímicos, genéticos e moleculares das diversas neoplasias. Tradicionalmente, as ferramentas anatómicas, patológicas e também as imagiológicas permitiram, em combinação, uma avaliação de cada tumor sólido e o seu estadiamento de acordo com a classificação clínica de Tumor, Nódulo e Metástase (TNM). Até à data, a maioria dos tratamentos em Oncologia são baseados nesse estadiamento e classificação. Acrescentar informação obtida através da Medicina Molecular é essencial para otimizar a terapêutica de cada doente e de cada tumor.

A importância do TEV para os doentes com cancro
Dr. Miguel Barbosa, oncologista do CHTMAD
15 Out. 2018

O tromboembolismo venoso (TEV) é uma entidade que inclui a trombose venosa profunda e a sua maior complicação, a embolia pulmonar.  Na trombose venosa profunda forma-se um trombo (coágulo de sangue) numa veia localizada profundamente que dificulta ou impede o fluxo normal de sangue. A maioria dos trombos ocorre na coxa ou na perna, mas também podem acontecer no braço ou noutras partes do corpo.

Cancro da mama: novo paradigma
Dr. Rui Dinis, diretor do Serviço de Oncologia do Hospital do Espírito Santo de Évora
15 Out. 2018

O cancro da mama é a neoplasia mais frequente no sexo feminino. Constituem fatores de risco para o desenvolvimento de cancro da mama o sexo, a idade, a história familiar, a história reprodutiva (como a menarca precoce, a menopausa tardia e a nuliparidade) e síndromes hereditários, como as mutações dos genes BRCA1 e BRCA2. A implementação de programas de rastreio trouxe uma redução na mortalidade de cerca de 40%, ao permitir um diagnóstico em fases mais precoces da doença.

O papel das associações de doentes no tratamento do doente oncológico junto da sociedade e do poder político
Dr.ª Tamara Hussong Milagre, presidente da Evita
12 Jun. 2018

A sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde está em risco. Evidencia-se cada vez mais a necessidade de capacitar as associações de doentes e os doentes, pois o sistema por si não terá capacidade de reposta ao crescente número de doentes crónicos, pela melhoria dos tratamentos e pelo consequente envelhecimento da população, entre outros fatores. Por isso, chegou-se à conclusão da necessidade de mudar o paradigma. O abandono da medicina paternalista em favor de uma medicina centrada no cidadão/ utente/ doente, incluindo o próprio no processo da decisão do tratamento. Como é óbvio, não se deve decidir nada sem auscultar os próprios doentes e representantes na construção de um futuro melhor e o papel das associações junto da sociedade e do poder político deve ser interventivo.

 

Lisboa recebe 13.ª edição do encontro anual da European Low Grade Glioma Network
Dr.ª Catarina Pessanha Viegas, Unidade de Tumores Cerebrais do Instituto CUF de Oncologia, no Hospital CUF Infante Santo
05 Jun. 2018

Os gliomas difusos de baixo grau constituem uma entidade rara de tumores cerebrais, de crescimento lento, que se manifestam em 80-90% dos casos por uma crise epilética, em doentes jovens, funcionalmente ativos, que mantêm as suas vidas familiar, social e profissional normais.

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