Opinião

Aprovação do Infarmed para o financiamento de pembrolizumab no tratamento adjuvante de adultos com melanoma
Dr.ª Rita Teixeira de Sousa
20 Abr. 2021

Leia a análise da Dr.ª Rita Teixeira de Sousa, do Serviço de Oncologia Médica, Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar de Lisboa Norte, sobre a aprovação do Infarmed para o financiamento de pembrolizumab no tratamento adjuvante de adultos com melanoma em estadio III.

Um cancro do sangue raro, mas que mata em silêncio
Dr.ª Helena Figueira Martins
20 Abr. 2021

Leia a análise da Dr.ª Helena Figueira Martins, assistente hospitalar de Hematologia, Serviço de Hematologia e Transplantação de Medula Óssea do Hospital de Santa Maria, sobre o mieloma múltiplo.

Cancro do pulmão epidermoide avançado: Uma nova opção terapêutica
Dr. Fernando Barata
13 Abr. 2021

Leia a análise do diretor do Departamento de Oncologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Dr. Fernando Barata, sobre os resultados do estudo KEYNOTE-407 divulgados no European Lung Cancer Virtual Congress 2021.

Inovação e desenvolvimento: o caminho para a cura do cancro colorretal
Prof. Doutor Nuno Figueiredo
06 Abr. 2021

Conheça a opinião do cirurgião colorretal e coordenador da cirurgia geral do Hospital Lusíadas, Lisboa, Prof. Doutor Nuno Figueiredo, sobre as novas técnicas de tratamento no cancro colorretal e o caminho que está a ser feito para a cura desta patologia.

O desafio, em Oncologia, de manter atividade física em época de confinamento e pandemia
Dr.ª Ana Joaquim
16 Mar. 2021

A prática de atividade física regular, nomeadamente a realização de 150 a 300 minutos de atividade aeróbia moderada por semana, está relacionada com a redução do risco de doenças não transmissíveis como doenças cardio e cerebrovasculares, diabetes, cancro da mama e cancro do cólon. No entanto, em todo o mundo um em cada quatro adultos e três em cada quatro adolescentes (11 aos 17 anos) não cumprem estas recomendações. Nos países mais desenvolvidos, o nível de inatividade física chega aos 70%.[1]

Cancro e doença cardiovascular – Importância dos programas de reabilitação
Dr.ª Sofia Viamonte
23 Fev. 2021

Conheça a opinião da Dr.ª Sofia Viamonte, médica fisiatra, diretora do Centro de Reabilitação do Norte e coordenadora do programa ONCOMOVE® da Associação de Investigação em Cuidados de Suporte e Oncologia (AICSO), sobre a segurança e o benefício do exercício no doente oncológico no que se refere ao sistema cardiovascular.

Estratégias terapêuticas de combinação com imunoterapia estão a mudar o paradigma do tratamento no carcinoma de células renais metastizado
Prof.ª Doutora Isabel Fernandes
07 Dez. 2020

O carcinoma de células renais (CCR) representa cerca de 2 a 3% de todos os tumores e a sua incidência tem aumentado nos países ocidentais. Existe um predomínio no sexo masculino (1,5 homens: 1 mulher), com um pico de incidência na sexta década de vida.

ESMO 2020: Novidades no cancro do pulmão em tempos COVID-19
Dr. Fernando Barata
10 Nov. 2020

A pandemia implicou uma ESMO virtual. Quando avaliamos os fatores de risco para morte e hospitalização em 1012 doentes com tumores torácicos que desenvolveram COVID-19, constatamos que fatores como: pior estado geral, estadio avançado, fumadores, idade superior a 65 anos, previamente submetidos a quimioterapia versus imunoterapia e sob corticoterapia se associava a uma elevada mortalidade (32%).

O papel da imuno-Oncologia no tratamento do cancro da cabeça e pescoço
Prof.ª Doutora Cláudia Vieira
28 Jul. 2020

O cancro de cabeça e pescoço (mais frequentemente espinocelular) é o sexto tipo de tumor mais frequente no mundo e responsável por 1-2% de todas as causas de morte. As taxas de curas são melhores na doença localizada ou locorregional, contudo a sobrevivência aos 3 anos não ultrapassa os 40%. Existem diferentes prognósticos conforme a localização, o tipo histológico e os fatores de risco associados, além, obviamente, do estadio ao diagnóstico.

Carcinoma do ovário: novos biomarcadores, novas terapêuticas?
Dr.ª Noémia Afonso
17 Dez. 2019

A terapêutica do cancro do ovário (CO) manteve-se praticamente inalterável durante um longo período e a investigação de biomarcadores com potencial impacto na prática clínica revelou-se lenta ao longo dos anos. Tradicionalmente, o tratamento do CO tem por base a cirurgia de citorredução máxima, a quimioterapia à base de platino, eventualmente associada a tratamento concomitante e de manutenção com o anti-angiogénico bevacizumab. 

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