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	<title>Arquivo de Atualidade - My Oncologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças oncológicas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Sep 2026 10:08:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Oncologia</title>
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	<item>
		<title>Liga Portuguesa Contra o Cancro abre candidaturas para 15 bolsas de investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 10:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC-NRS) anunciou a abertura das candidaturas para as Bolsas de Investigação em Oncologia 2027. Destinado a apoiar o trabalho dos investigadores nacionais, esta edição marca uma viragem histórica ao alargar, pela primeira vez, a elegibilidade a instituições de todo o território nacional. Ao todo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC-NRS) anunciou a abertura das candidaturas para as Bolsas de Investigação em Oncologia 2027. Destinado a apoiar o trabalho dos investigadores nacionais, esta edição marca uma viragem histórica ao alargar, pela primeira vez, a elegibilidade a instituições de todo o território nacional. Ao todo, serão atribuídas 15 bolsas de investigação, distribuídas da seguinte forma: 13 bolsas no valor individual de 15.000 €; 2 bolsas no valor individual de 25.000 €.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À semelhança das edições anteriores, o concurso de seleção e avaliação dos projetos científicos decorrerá em duas etapas distintas:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Primeira Fase (Pré-Proposta do Projeto): A decorrer de 7 de setembro a 23 de outubro de 2026. Nesta fase inicial, os candidatos devem submeter o formulário de inscrição acompanhado da pré-proposta do projeto de investigação.</li>



<li>Segunda Fase (Projeto Completo): Entre 16 de novembro e 11 de dezembro de 2026. Os investigadores selecionados na primeira fase serão notificados para enviar o projeto de investigação detalhado, acompanhado pela restante documentação exigida.</li>



<li></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">O processo culminará no dia 4 de fevereiro de 2027, data em que serão publicamente divulgados os vencedores das bolsas, no âmbito das XII Jornadas de Investigação em Oncologia. Saiba mais <a href="https://www.ligacontracancro.pt/bolsas-de-investigacao-em-oncologia-2027/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<item>
		<title>Investigadores desenvolvem sistema de IA para auxiliar no rastreio do cancro anal</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/investigadores-desenvolvem-sistema-de-ia-para-auxiliar-no-rastreio-do-cancro-anal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 09:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo aponta para um avanço significativo no diagnóstico de lesões anais associadas ao papilomavírus humano (HPV), uma infeção cuja incidência tem vindo a aumentar e que está diretamente ligada ao crescimento dos casos de cancro anal. Atualmente, a anuscopia de alta resolução (AAR) é considerada o método golden-standard para identificar este tipo de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo aponta para um avanço significativo no diagnóstico de lesões anais associadas ao papilomavírus humano (HPV), uma infeção cuja incidência tem vindo a aumentar e que está diretamente ligada ao crescimento dos casos de cancro anal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a anuscopia de alta resolução (AAR) é considerada o método <em>golden-standard</em> para identificar este tipo de lesões. No entanto, a sua utilização em larga escala enfrenta limitações importantes, nomeadamente a subjetividade na interpretação dos exames e a variabilidade entre diferentes especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de ultrapassar estas dificuldades, investigadores desenvolveram e validaram um modelo de inteligência artificial capaz de detetar e classificar automaticamente três tipos de lesões: lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL), de baixo grau (LSIL) e lesões não displásicas, como inflamações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo, baseado na arquitetura YOLO-v11, foi treinado com um conjunto robusto de 191.951 imagens provenientes de 107 procedimentos clínicos realizados em cinco centros independentes, utilizando diferentes dispositivos de imagem. Todas as lesões analisadas tinham confirmação histológica, reforçando a fiabilidade dos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados demonstram um desempenho elevado do sistema. Para as lesões HSIL e LSIL, a sensibilidade atingiu 97,9% e 98,9%, respetivamente, enquanto a precisão foi de 93,9% e 98,5%. Já nas lesões não displásicas, o modelo apresentou uma sensibilidade de 98,7% e uma precisão de 96,0%. No conjunto global de testes, a acurácia foi de 88,1%, com um intervalo de confiança de 95% entre 78,2% e 98,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, trata-se do primeiro modelo interoperável de inteligência artificial capaz de realizar simultaneamente a deteção e classificação ternária de lesões do canal anal. Ao reduzir a dependência da interpretação subjetiva e melhorar a consistência dos diagnósticos, esta tecnologia poderá facilitar a adoção clínica da AAR e contribuir para um cuidado mais personalizado e eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo envolveu várias instituições portuguesas de referência, incluindo o Departamento de Gastroenterologia da ULS São João, o Centro de Formação em Gastrenterologia e Hepatologia da WGO e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.&nbsp; Este avanço representa um passo importante rumo à integração da inteligência artificial na prática médica diária, com potencial para melhorar a deteção precoce e o tratamento de lesões associadas ao HPV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42699290/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novo algoritmo nacional visa melhorar o diagnóstico do cancro da cabeça e pescoço com origem desconhecida</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/novo-algoritmo-nacional-visa-melhorar-o-diagnostico-do-cancro-da-cabeca-e-pescoco-com-origem-desconhecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 09:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo da Unidade Local de Saúde de Matosinhos propõe um algoritmo inovador para a abordagem diagnóstica do carcinoma epidermoide da cabeça e pescoço quando o tumor primário é desconhecido, uma situação clínica que continua a representar um desafio significativo para médicos e investigadores. A investigação teve como objetivo desenvolver um protocolo sistematizado que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo da Unidade Local de Saúde de Matosinhos propõe um algoritmo inovador para a abordagem diagnóstica do carcinoma epidermoide da cabeça e pescoço quando o tumor primário é desconhecido, uma situação clínica que continua a representar um desafio significativo para médicos e investigadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação teve como objetivo desenvolver um protocolo sistematizado que permita otimizar a identificação da origem do tumor, contribuindo para decisões terapêuticas mais eficazes. Para tal, foi realizada uma revisão narrativa da literatura científica nas bases de dados PubMed e Scopus, em junho de 2025, analisando estudos centrados nesta problemática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados apontam para um modelo de diagnóstico que se inicia com uma estratificação vírica, através da pesquisa de marcadores como p16 e EBER em biópsias de adenopatias cervicais. A partir destes resultados, é seguida uma abordagem sequencial orientada, que integra exames de imagem funcional, nomeadamente a PET-TC, antes da realização de biópsias direcionadas a áreas suspeitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos em que o marcador EBER é negativo, o protocolo recomenda uma exploração cirúrgica sistemática do trato aerodigestivo superior. Caso não sejam identificadas lesões suspeitas, esta abordagem deve ser complementada com amigdalectomia total bilateral e mucosectomia ipsilateral da base da língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, quando o EBER é positivo, o foco da investigação clínica desloca-se para a nasofaringe, sendo aconselhada a realização de ressonância magnética para uma avaliação mais detalhada desta região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que a implementação de uma abordagem estruturada e orientada poderá melhorar significativamente a utilização dos recursos disponíveis no sistema de saúde, aumentando a probabilidade de identificação do tumor primário e, consequentemente, a eficácia do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a proposta de algoritmo <a href="https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/3154" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cancro da bexiga de alto risco: biomarcadores não invasivos prometem antecipar a falha à imunoterapia com BCG</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/cancro-da-bexiga-de-alto-risco-biomarcadores-nao-invasivos-prometem-antecipar-a-falha-a-imunoterapia-com-bcg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 14:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma revisão sistemática da literatura avaliou o potencial de biomarcadores não invasivos na previsão e no prognóstico da falha do tratamento com Bacillus Calmette-Guérin (BCG) em doentes com cancro da bexiga não músculo-invasivo (NMIBC) de alto risco. O estudo, que analisou 72 investigações publicadas até julho de 2025, destaca a utilidade de marcadores tecidulares e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão sistemática da literatura avaliou o potencial de biomarcadores não invasivos na previsão e no prognóstico da falha do tratamento com Bacillus Calmette-Guérin (BCG) em doentes com cancro da bexiga não músculo-invasivo (NMIBC) de alto risco. O estudo, que analisou 72 investigações publicadas até julho de 2025, destaca a utilidade de marcadores tecidulares e de biópsia líquida para personalizar a abordagem clínica, identificar precocemente os não-respondedores e evitar intervenções fúteis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cancro da bexiga não músculo-invasivo de alto risco representa uma neoplasia urológica frequente e caracterizada por uma taxa substancial de recidiva, que afeta entre 30% a 40% dos doentes submetidos a instilações vesicais com BCG. A identificação prévia de perfis moleculares associados à resposta à imunoterapia constitui um desafio prioritário na Oncologia e Urologia para otimizar os resultados clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de sintetizar a evidência disponível, os investigadores realizaram uma pesquisa bibliográfica exaustiva nas bases de dados PubMed, Scopus e Medline. Da triagem resultou a inclusão de 72 estudos: 58 focados em marcadores de prognóstico, seis em marcadores preditivos e oito a avaliar ambas as vertentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que concerne ao tipo de amostra, 55 trabalhos incidiram sobre biomarcadores tecidulares e 28 exploraram opções derivadas de biópsia líquida, evidenciando a capacidade destas últimas em refletir a dinâmica em tempo real do tumor e do seu microambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as moléculas mais investigadas sobressaem a p53, o Ki-67 e a pRB. A par destas, foram igualmente analisados diversos marcadores de cariz imunológico, reforçando a complexidade associada à identificação de um preditor único para a resposta à BCG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os dados apontem para uma vasta panóplia de moléculas com potencial prognóstico e preditivo, os autores sinalizam limitações transversais aos estudos analisados, nomeadamente amostras de pequena dimensão, heterogeneidade metodológica e constrangimentos ao nível da reprodutibilidade e exequibilidade na prática diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não obstante estas barreiras, a revisão conclui que o mapeamento destes biomarcadores constitui um passo crucial no caminho para a estratificação de risco e para uma gestão clínica mais individualizada da doença. Consulte o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42703096/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>José María Pons assume a liderança da BeOne Medicines em Portugal e Espanha</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/jose-maria-pons-assume-a-lideranca-da-beone-medicines-em-portugal-e-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A BeOne Medicines, empresa global especializada em Oncologia, anuncia a nomeação de José María Pons como o novo diretor-geral para a Península Ibérica. Com este cargo passa a liderar a atividade de companhia em Espanha e Portugal, sob a direção de Giancarlo Benelli, vice-presidente sénior e diretor para a Europa da BeOne Medicines. José María [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A BeOne Medicines, empresa global especializada em Oncologia, anuncia a nomeação de José María Pons como o novo diretor-geral para a Península Ibérica. Com este cargo passa a liderar a atividade de companhia em Espanha e Portugal, sob a direção de Giancarlo Benelli, vice-presidente sénior e diretor para a Europa da BeOne Medicines.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José María Pons conta com mais de 15 anos de experiência na indústria farmacêutica, durante os quais assumiu funções de liderança nas áreas de Vendas, Marketing e Acesso. Antes de incorporar a BeOne Medicines, liderou a Unidade de Negócios de Hematologia da Novartis em Espanha, cargo a partir do qual integrou o Conselho de Administração da empresa e assumiu a responsabilidade em áreas que incluíam tanto doenças de elevada prevalência como patologias raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Previamente, ocupou diferentes cargos de responsabilidade na Amgen e Novartis, onde liderou equipas multidisciplinares, desenvolveu programas inovadores e participou no lançamento de novas terapêuticas e contribuiu tanto para o crescimento do negócio como para diferentes processos de inovação e transformação organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A integração de José María vai permitir-nos continuar a avançar com base nos alicerces sólidos que construímos em Espanha e em Portugal e enfrentar esta nova etapa com uma ambição ainda maior. A sua experiência na indústria farmacêutica, o seu conhecimento na área da Hematologia e a sua trajetória na liderança de equipas multidisciplinares serão uma grande mais-valia para a BeOne e vão ajudar-nos a tirar partido das oportunidades do nosso portfólio e pipeline, a elevar a nossa ambição na Península Ibérica a um novo patamar e a continuar a ampliar o nosso impacto na vida das pessoas com cancro, mantendo sempre os doentes no centro de tudo o que fazemos”, salienta Giancarlo Benelli, vice-presidente sénior e diretor para a Europa da BeOne Medicines.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Licenciado em Administração e Gestão de Empresas, Pons possui um MBA pela ESADE e um mestrado em Economia da Saúde pela Universitat Pompeu Fabra, além de formação em liderança, transformação digital e gestão estratégica no setor da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Junto-me à BeOne num momento repleto de oportunidades para continuar a impulsionar a inovação, ampliar o nosso impacto e trabalhar para que cada vez mais pessoas com cancro possam beneficiar dos avanços que desenvolvemos. Encararei esta nova responsabilidade com grande entusiasmo e, acima de tudo, com vontade de ouvir e aprender com uma equipa que já alcançou muito na Península Ibérica. Estou convencido de que a diversidade e a colaboração serão fundamentais para continuarmos a avançar juntos, mantendo sempre os doentes no centro das nossas decisões”, refere José María Pons, novo diretor-geral da BeOne Medicines na Península Ibérica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta nomeação, a BeOne Medicines reforça a sua estrutura de liderança na Península Ibérica, numa fase de crescimento e consolidação da sua presença em Espanha e Portugal, onde já conta com cerca de 150 colaboradores. A empresa mantém o seu compromisso com a investigação e a inovação na área da Oncologia, com o objetivo de ampliar o seu impacto na vida das pessoas com cancro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ULSTMAD introduz quimioembolização e alarga opções loco-regionais no cancro do fígado</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/ulstmad-introduz-quimioembolizacao-e-alarga-opcoes-loco-regionais-no-cancro-do-figado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 14:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) expandiu a sua resposta assistencial no tratamento de doentes com patologia oncológica hepática. Com a realização bem-sucedida da primeira quimioembolização transarterial (TACE) pelo Serviço de Imagiologia, a instituição passa a oferecer uma terapêutica minimamente invasiva dirigida ao tumor primário e metastático, evitando a deslocação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) expandiu a sua resposta assistencial no tratamento de doentes com patologia oncológica hepática. Com a realização bem-sucedida da primeira quimioembolização transarterial (TACE) pelo Serviço de Imagiologia, a instituição passa a oferecer uma terapêutica minimamente invasiva dirigida ao tumor primário e metastático, evitando a deslocação dos doentes para outros centros hospitalares. Em simultâneo, a equipa assinalou a introdução pioneira em Portugal de um novo <em>stent</em> dedicado a TIPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A introdução da TACE reforça o leque de procedimentos loco-regionais à disposição da equipa multidisciplinar da ULSTMAD no controlo da doença tumoral hepática. Sendo uma técnica de Radiologia de Intervenção minimamente invasiva, a quimioembolização permite a administração direcionada de agentes quimioterápicos na circulação arterial que irriga o tumor, associada à oclusão vascular para induzir isquemia tumoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como salienta o diretor do Serviço de Imagiologia, Rui Ramos, a concretização do procedimento assinala &#8220;mais um passo na diferenciação técnica da ULSTMAD e na capacidade de disponibilizar tratamentos cada vez mais avançados à população da região&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vertente da Oncologia e Hepatologia, a disponibilização local desta técnica traz vantagens diretas no percurso do doente com neoplasia hepática. José Presa Ramos, responsável pela Unidade de Hepatologia, sublinha que o acesso a estas intervenções de diferenciação &#8220;representa um ganho efetivo para os doentes, que passam a ter acesso a cuidados diferenciados sem necessidade de deslocação para outras unidades&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A par da resposta oncológica, o Serviço de Imagiologia da ULSTMAD concretizou igualmente a implantação de um <em>stent</em> dedicado de 6 mm para TIPS (<em>Shunt </em>Portossistémico Intra-hepático Transjugular), constituindo a primeira utilização desta tecnologia no país. A abordagem permite uma otimização mais precisa do diâmetro do <em>shunt</em>, personalizando o maneio hemodinâmico das complicações da hipertensão portal de acordo com o perfil clínico individual do doente.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: ULSTMAD</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hemorragia tumoral: um desafio crítico no tratamento do cancro da cabeça e pescoço</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/hemorragia-tumoral-um-desafio-critico-no-tratamento-do-cancro-da-cabeca-e-pescoco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 14:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente desenvolvido na Unidade Local de Saúde Santa Maria analisou os internamentos por hemorragia tumoral em doentes com carcinoma pavimentocelular (CPC) da cabeça e pescoço, revelando a gravidade clínica e os desafios no tratamento destes casos. A investigação, de caráter retrospetivo, avaliou 36 episódios de internamento entre 2018 e 2023, todos associados a [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myoncologia.pt/atualidade/hemorragia-tumoral-um-desafio-critico-no-tratamento-do-cancro-da-cabeca-e-pescoco/">Hemorragia tumoral: um desafio crítico no tratamento do cancro da cabeça e pescoço</a> aparece primeiro em <a href="https://myoncologia.pt">My Oncologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente desenvolvido na Unidade Local de Saúde Santa Maria analisou os internamentos por hemorragia tumoral em doentes com carcinoma pavimentocelular (CPC) da cabeça e pescoço, revelando a gravidade clínica e os desafios no tratamento destes casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, de caráter retrospetivo, avaliou 36 episódios de internamento entre 2018 e 2023, todos associados a hemorragia da cavidade oral. Os resultados indicam que a localização tumoral mais frequente foi a orofaringe, responsável por 61% dos casos. Além disso, a grande maioria dos tumores encontrava-se em estadio IV (89%), evidenciando um diagnóstico tardio e maior complexidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Metade dos doentes já tinha sido submetida a quimiorradioterapia previamente, um fator que pode contribuir para o risco aumentado de complicações hemorrágicas. No que diz respeito ao controlo da hemorragia, as abordagens terapêuticas variaram: 17% dos casos foram tratados com medidas locais, 14% recorreram também a terapêutica anti-fibrinolítica sistémica e 36% necessitaram de tamponamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações mais graves, 17% dos doentes foram submetidos a hemostase cirúrgica e 11% a radioterapia com intuito hemostático. Destaca-se ainda que um quarto dos doentes (25%) precisou de traqueostomia emergente, sublinhando o risco imediato para a via aérea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que fatores como a localização orofaríngea do tumor, o estadio avançado da doença e a realização prévia de quimiorradioterapia estão fortemente associados à necessidade de internamento por hemorragia tumoral. Estes dados reforçam a importância de vigilância apertada e estratégias preventivas em doentes de maior risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://journalsporl.com/index.php/sporl/article/view/3145" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>CE aprova primeiro e único ADC para o tratamento em primeira linha do cancro da mama triplo negativo metastático PD-L1 positivo</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/ce-aprova-primeiro-e-unico-adc-para-o-tratamento-em-primeira-linha-do-cancro-da-mama-triplo-negativo-metastatico-pd-l1-positivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia (CE) aprovou a utilização combinada de um conjugado anticorpo-fármaco (ADC) com imunoterapia como tratamento de primeira linha para adultos com cancro da mama triplo negativo (CMTN) localmente avançado inoperável ou metastático. A indicação destina-se a tumores com expressão de PD-L1 (CPS ≥10) em doentes sem terapêutica sistémica prévia para a doença metastática, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Europeia (CE) aprovou a utilização combinada de um conjugado anticorpo-fármaco (ADC) com imunoterapia como tratamento de primeira linha para adultos com cancro da mama triplo negativo (CMTN) localmente avançado inoperável ou metastático. A indicação destina-se a tumores com expressão de PD-L1 (CPS ≥10) em doentes sem terapêutica sistémica prévia para a doença metastática, tornando-se o primeiro regime a associar uma molécula ADC a um inibidor do ponto de controlo imunitário nesta indicação a obter luz verde no espaço europeu, com base numa redução de 35% no risco de progressão da doença ou morte demonstrada em ensaios de fase 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">AGilead Sciences anunciou autorização de introdução no mercado asacituzumab govitecano em combinação com pembrolizumab para o tratamento de doentes adultos com cancro da mama triplo negativo (CMTN) localmente avançado irresecável ou metastático, que não tenham recebido terapia sistémica prévia para a doença metastática e cujos tumores expressem PD-L1 com uma marcação combinada positiva (CPS) ≥10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sacituzumab govitecano, em combinação com pembrolizumab, é a primeira e única combinação de um conjugado anticorpo-fármaco (ADC) e imunoterapia aprovada como tratamento de primeira linha do CMTN metastático nos 27 Estados-Membros da União Europeia, assim como na Noruega e na Islândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta decisão surge na sequência da recente autorização da Comissão Europeia de sacituzumab govitecano em monoterapia para o tratamento de doentes adultos com CMTN localmente avançado irressecável ou metastático, que não tenham recebido tratamento sistémico prévio para a doença metastática e que não sejam candidatos a receber tratamento com inibidores de PD-1 ou PD-L1<sup>i</sup>.&nbsp; Em conjunto, as duas aprovações consolidam-no como tratamento de base em primeira linha para doentes com CMTNm na Europa, independentemente do estado do PD-L1, e alargam as opções terapêuticas disponíveis desde as fases iniciais da doença metastática.<sup>i</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A aprovação de sacituzumab govitecano em combinação com pembrolizumab representa um avanço significativo no tratamento de pessoas com cancro da mama triplo negativo metastático PD-L1 positivo”, afirma Evandro de Azambuja, responsável pela equipa de apoio médico do Instituto Jules Bordet e investigador do estudo ASCENT-04. “Esta combinação contribui para redefinir o padrão de tratamento, ao oferecer uma nova opção terapêutica de primeira linha para uma população de doentes com uma forma particularmente agressiva de cancro da mama metastático”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação baseia-se nos resultados do estudo de fase 3 ASCENT-04/KEYNOTE-D19<sup>ii</sup>&nbsp;que demonstrou uma melhoria estatisticamente significativa e clinicamente relevante da sobrevivência livre de progressão (SLP) com sacituzumab govitecano em combinação com pembrolizumab, em comparação com a combinação de quimioterapia padrão e pembrolizumab como tratamento de primeira linha. No ASCENT-04/KEYNOTE-D19, esta combinação reduziu em 35% o risco de progressão da doença ou morte em doentes com CMTN metastático PD-L1 positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta aprovação representa uma mudança importante no panorama terapêutico das pessoas com cancro da mama triplo negativo metastático em primeira linha”, salienta Mika Kakefuda Derynck, <em>senior vice president</em> de Desenvolvimento Clínico em Oncologia da Gilead Sciences. “Com as opções baseadas em sacituzumab govitecano agora aprovadas na União Europeia para as doentes elegíveis em primeira linha, independentemente do estado da PD-L1, estabelecemos um novo tratamento de base muito necessário. Trata-se de um marco importante para as doentes que necessitam de novas opções nas fases mais precoces do seu tratamento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, o CMTN metastático tem sido difícil de tratar e está associado a um prognóstico desfavorável, o que evidencia a necessidade urgente de dispor de opções mais eficazes desde a primeira linha de tratamento. Com esta nova aprovação, o sacituzumab govitecano alarga o seu papel no tratamento da doença, com base na sua vasta experiência clínica em linhas de tratamento posteriores e no seu perfil comprovado de segurança.<sup>i</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph"> <sup>i</sup>RCM de Trodelvy, agosto 2026, disponível em <a href="https://www.infarmed.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.infarmed.pt/</a><br> <sup>ii</sup>Tolaney SM, de Azambuja E, Kalinsky K, Loi S, Kim SB, Yam C, et al. Sacituzumab Govitecan plus Pembrolizumab in PD-L1-Positive Advanced Triple-Negative Breast Cancer. N Engl J Med. 2026;394</p>
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		<title>Cirurgiã pediátrica do IPO Lisboa selecionada para a nova edição do Health Parliament Portugal</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/cirurgia-pediatrica-do-ipo-lisboa-selecionada-para-a-nova-edicao-do-health-parliament-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 16:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inclusão de Sofia Morão, uma médica especialista do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, no Health Parliament Portugal vai levar a voz e os desafios da Oncologia Pediátrica ao debate sobre as políticas públicas de saúde. A iniciativa reúne 60 jovens talentos e profissionais do setor para analisar os constrangimentos do sistema e formular [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A inclusão de <strong>Sofia Morão</strong>, uma médica especialista do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, no <em>Health Parliament Portugal</em> vai levar a voz e os desafios da Oncologia Pediátrica ao debate sobre as políticas públicas de saúde. A iniciativa reúne 60 jovens talentos e profissionais do setor para analisar os constrangimentos do sistema e formular recomendações concretas destinadas aos decisores políticos nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma médica cirurgiã especializada em Oncologia Pediátrica, a exercer funções no IPO Lisboa, passa a integrar a nova edição do <em>Health Parliament Portugal</em>. A participação nesta plataforma de reflexão estratégica é encarada Por Sofia Morão como uma oportunidade para partilhar a experiência prática vivida no tratamento do cancro em idade pediátrica, ao mesmo tempo que estabelece pontes com diferentes áreas do ecossistema da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profissional destaca o privilégio da seleção e o entusiasmo em contribuir com propostas que possam melhorar a resposta assistencial às crianças com doença oncológica, sublinhando que a troca de perspetivas com profissionais de outras realidades será fundamental para trazer abordagens inovadoras e aplicáveis à sua prática diária. A representação do IPO Lisboa neste fórum reflete igualmente o empenho da comunidade médica em participar na construção de políticas de saúde mais eficientes e orientadas para o futuro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é o <em>Health Parliament Portugal</em>?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>Health Parliament Portugal</em> é um projeto de cidadania ativa e debate de políticas de saúde que pretende capacitar uma nova geração de líderes no setor. A iniciativa reúne um grupo diversificado de 60 jovens profissionais — que inclui médicos, enfermeiros, farmacêuticos, investigadores, economistas, gestores e especialistas em tecnologia e direito da saúde — com o objetivo de pensar o futuro do sistema de saúde em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de vários meses, os deputados deste &#8220;parlamento da saúde&#8221; trabalham distribuídos por comissões temáticas focadas nos grandes desafios estruturais do setor. Entre os eixos centrais de análise habituais encontram-se a inovação e transição digital, a sustentabilidade financeira do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a equidade no acesso aos cuidados, a prevenção e literacia em saúde, e a retenção de talento e recursos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho desenvolvido culmina na redação de um <em>White Paper</em> com recomendações e propostas legislativas ou de intervenção política. Este documento final é posteriormente apresentado e debatido com os principais decisores do país, incluindo o Ministério da Saúde, a Assembleia da República e os diferentes agentes do setor público, privado e social.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: IPO Lisboa</p>
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		<title>ULS da Lezíria ganha autonomia com primeira sala modular na Península Ibérica</title>
		<link>https://myoncologia.pt/atualidade/uls-da-leziria-ganha-autonomia-com-primeira-sala-modular-na-peninsula-iberica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 15:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um investimento de cerca de 600 mil euros, o Hospital Distrital de Santarém instalou uma estrutura modular pioneira para a preparação de medicamentos citotóxicos. O projeto permite à ULS da Lezíria recuperar a autonomia total nos tratamentos oncológicos — pondo fim a três anos de dependência diária do Hospital de Torres Novas —, enquanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com um investimento de cerca de 600 mil euros, o Hospital Distrital de Santarém instalou uma estrutura modular pioneira para a preparação de medicamentos citotóxicos. O projeto permite à ULS da Lezíria recuperar a autonomia total nos tratamentos oncológicos — pondo fim a três anos de dependência diária do Hospital de Torres Novas —, enquanto aumenta a capacidade de resposta, reduz o desperdício de fármacos e melhora a eficiência e segurança dos cuidados prestados na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, a ULS da Lezíria adianta que a nova estrutura ficará instalada junto aos Serviços Farmacêuticos do Hospital Distrital de Santarém. A nova sala permitirá aumentar a capacidade e melhorar as condições de preparação de medicamentos citotóxicos utilizados em tratamentos oncológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Serviço Farmacêutico da ULS da Lezíria, João Cotrim, sublinha que se trata da &#8220;primeira sala modular misterium instalada na Península Ibérica&#8221;, classificando o projeto como &#8220;pioneiro e diferenciador no contexto hospitalar&#8221;. De acordo com o responsável, a entrada em funcionamento da estrutura permitirá antecipar tratamentos oncológicos atualmente condicionados pela disponibilidade das instalações existentes, &#8220;aumentando a capacidade de resposta e possibilitando o tratamento de um maior número de doentes&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULS destaca ainda que a nova instalação permitirá aumentar a autonomia na preparação de medicamentos citotóxicos, reduzindo deslocações, custos de transporte e consumo de horas de trabalho dos profissionais envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concentração da preparação e administração de determinados tratamentos em dias específicos possibilitará uma &#8220;gestão mais eficiente dos recursos técnicos e dos medicamentos disponíveis&#8221;, contribuindo para diminuir o desperdício resultante de tratamentos programados que acabam por não se realizar.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: ULS da Lezíria</p>
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