Atualidade
Oito em cada 10 doentes adultos admitidos em Cuidados Paliativos em 2018 tinham cancro. Estes valores invertem-se no que toca às crianças e jovens, na medida em que 90% têm uma doença não oncológica. Os dados foram revelados no passado dia 15 de janeiro, no Relatório de Outono de 2019 do Observatório Português de Cuidados Paliativos (OPCP).
As candidaturas para a terceira edição do Prémio “FAZ Ciência” terminam no final do mês de janeiro, tendo como objetivo distinguir o melhor projeto de investigação em Oncologia desenvolvido em Portugal. Esta é uma iniciativa da Fundação AstraZeneca (FAZ) e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), lançado no 16.º Congresso da SPO. A bolsa terá um valor entre os cinco e os 35 mil euros, a decidir pela Comissão de Avaliação em função das candidaturas apresentadas, podendo também premiar mais do que um projeto.
Até ao próximo dia 18 de fevereiro, estão abertas as candidaturas para a bolsa de investigação científica de 12 mil euros, na área do cancro da mama, que a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) criou com o apoio da Ausonia. As fichas de inscrição estão disponíveis no site da LPCC.
Foi identificado um mecanismo até agora desconhecido na forma como as células humanas regulam a absorção de glicose. A descoberta foi feita por uma equipa de investigação liderada pelo Departamento de Genética Humana do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa, que poderá levar ao desenvolvimento de terapias com maior precisão contra células malignas.
A investigação publicada na revista Nature, no passado dia 1 de janeiro, é a mais recente a demonstrar que a inteligência artificial (IA) tem a capacidade de melhorar a deteção do cancro da mama, no que respeita à sua precisão. O sistema de IA criado pela Google gera menos falsos positivos e negativos, reduzindo os erros de observação humana e contribuindo para o diagnóstico mais precoce e uma maior taxa de sucesso.
A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) lançou o “Manual do Doente Hemato-Oncológico”, cujo objetivo é ajudar doentes, profissionais de saúde e cuidadores a lidar e a compreender os cancros do sangue, que precisam geralmente de tratamentos longos e agressivos.
Integrada no 16.º Congresso Nacional de Oncologia, a sessão Meet the Expert “Resultados do Ensaio Clínico CARD: impacto na prática clínica” foi protagonizada pelo Prof. Doutor Daniel Castellano, médico oncologista do Hospital Universitário 12 de Outubro, Madrid e investigador do ensaio CARD. Nesta sessão, promovida pela Sanofi Genzyme, e à luz dos resultados deste estudo, o especialista propôs um novo lugar para o cabazitaxel na sequenciação da terapêutica para o cancro da próstata metastático resistente à castração (CPmRC).
No passado dia 20 de dezembro, o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra assinou o auto de consignação da instalação de um novo bloco operatório “com duas salas de cirurgia e respetivo apetrechamento que se destina a acolher uma parte substancial da atividade cirúrgica, durante o período de construção do novo edifício”.
“Um programa exigente e completo” que contou com 48 sessões temáticas, educacionais e plenárias, bem como sessões de enfermagem e um workshop de Oncogeriatria. Foi desta forma que, segundo a Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), a 16.ª edição do Congresso Nacional de Oncologia se revelou a mais assistida de sempre. Ao longo dos três dias do evento, o Centro de Congressos do Estoril acolheu mais de 900 palestrantes e convidados ligados à área.
O ESMO Congress 2019 foi palco de apresentação de estudos importantes na área do cancro da mama e que terão impacto na prática clínica, alguns dos quais foram conhecidos durante o Presidential Symposium II que a Dr.ª Fátima Cardoso presidiu.











