Atualidade

08 Fev. 2021

A segunda parte da comunicação do Prof. Doutor Guy Jerusalem, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Centro Hospitalar Universitário de Liège, Bélgica, foi dedicada à análise de subgrupos dos ensaios clínicos MONARCH 2 e 3, realizados em doentes com cancro da mama avançado recetor hormonal-positivo (HR+), HER2-. O palestrante destacou os fatores de prognóstico identificados e as subpopulações de doentes que podem beneficiar mais do tratamento com abemaciclib.

08 Fev. 2021

O simpósio da Lilly no 17.º Congresso Nacional de Oncologia decorreu a 20 de novembro e contou com a moderação da Dr.ª Gabriela Sousa, diretora do Serviço de Oncologia Médica do IPO de Coimbra, e da Dr.ª Susana Sousa, médica oncologista do IPO do Porto. Os palestrantes foram o Prof. Doutor Guy Jerusalem, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Centro Hospitalar Universitário de Liège, Bélgica, o Dr. Rui Dinis, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Hospital do Espírito Santo de Évora, e a Dr.ª Leonor Matos, interna de Oncologia Médica do Hospital São Francisco Xavier – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, que abordaram o papel de abemaciclib na heterogeneidade do cancro da mama metastático HR+/HER2- e partilharam a sua experiência com o fármaco na prática clínica. 

08 Fev. 2021

Na primeira parte da sua intervenção, o Prof. Doutor Guy Jerusalem, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Centro Hospitalar Universitário de Liège, Bélgica, discutiu a utilização de inibidores de CDK4/6 (iCDK4/6) no tratamento do cancro da mama avançado recetor hormonal-positivo (HR+), HER2-, com especial enfoque no perfil de eficácia e segurança de abemaciclib.

08 Fev. 2021

O Dr. Rui Dinis, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Hospital do Espírito Santo de Évora, partilhou a sua experiência com abemaciclib na prática clínica, ilustrada por um caso clínico de cancro da mama com resistência primária a hormonoterapia adjuvante.

08 Fev. 2021

A última interveniente do simpósio da Lilly no 17.º Congresso Nacional de Oncologia foi a Dr.ª Leonor Matos, interna de Oncologia Médica do Hospital São Francisco Xavier – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, que discutiu um caso clínico em contexto de carcinoma da mama metastizado hormono-sensível.

02 Fev. 2021

Motivadas pelo contexto atual de pandemia, a Daiichi-Sankyo e a News Farma desenvolveram um Programa de Aceleração Digital para que os profissionais de saúde possam utilizar da melhor forma as ferramentas digitais no exercício da Telemedicina.

02 Fev. 2021

A plataforma InfoCancro é relançada hoje, dia 2 de fevereiro. O seu principal objetivo é ser uma referência para consulta de informação científica, fiável e fidedigna, sobre as doenças oncológicas. Com a chancela da Roche, todas as informações são validadas por médicos e sociedades científicas. O relançamento desta plataforma acontece em vésperas do Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, a 4 de fevereiro, e pretende ser uma forma de sublinhar a importância da literacia em saúde. 

02 Fev. 2021

No âmbito do Dia Mundial de Luta Contra o Cancro, que se assinala no próximo dia 4 de fevereiro, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) pretende sensibilizar para o impacto da dor nos doentes oncológicos e na sua qualidade de vida. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020, foram registados perto de 20 milhões de novos casos de cancro em todo o mundo. Cerca de 60 a 80% dos doentes oncológicos experienciam algum grau de dor em alguma fase da doença, pelo que a dor oncológica deve ser considerada pelos profissionais de saúde e pelos doentes.

26 Jan. 2021

webinar "Músculo e Composição Corporal em Oncologia Manter o músculo em Oncologia: nutrição, anabolismo e exercício” realizou-se em formato virtual, no passado dia 21 de janeiro. Reveja a sessão.

26 Jan. 2021

Todos os anos, cerca 300 mil mulheres perdem a vida no mundo devido ao cancro do colo do útero. Em Portugal, os dados de 2020 dão conta de 865 mulheres diagnosticadas e 379 vítimas mortais. Isto significa que todos os dias morre, em média, uma mulher vítima de cancro do colo do útero em Portugal. A Dr.ª Rita Sousa, ginecologista do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, afirma que "esta é uma doença que, com os rastreios, pode ser evitada e curada se detetada precocemente. O rastreio demora apenas cinco minutos, mas pode salvar a vida de uma mulher.”

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