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A formação, que é organizada pela AstraZeneca, aborda a investigação clínica aplicada ao tema do cancro do pulmão de não pequenas células. O curso tem como objetivo aprofundar conhecimentos e competências através de um treino hands-on.

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A Oncologia é, a par das áreas respiratória e cardiovascular, renal e metabólica, uma das principais esferas de atuação da biofarmacêutica AstraZeneca. Os últimos quatro anos foram particularmente marcados pela inovação neste campo, impulsionada pela ambição da farmacêutica em “lançar seis novas moléculas em seis anos”, revela em entrevista a Oncology Business Unit Director da companhia, Dr.ª Diana Malhado.

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A AstraZeneca anunciou, no passado dia 6 de junho, os resultados positivos do estudo de fase III ELEVATE-TN de acalabrutinib em doentes com leucemia linfocítica crónica (LLC) previamente não tratada, o tipo mais comum de leucemia em adultos. Este é o segundo dos estudos prioritários de acalabrutinib em LLC a atingir precocemente o seu endpoint primário, na sequência dos resultados positivos do estudo ASCEND, anunciados em maio.

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As potencialidades do osimertinib como terapêutica de primeira linha para o cancro do pulmão de células não pequenas foram discutidas por vários especialistas portugueses num périplo do Dr. Javier de Castro que incluiu quatro reuniões regionais (Lisboa, Porto e Vila Real) nos dias 3 e 4 de abril. O oncologista no Hospital Universitário La Paz, em Madrid, defendeu a utilização desta terapêutica na generalidade dos doentes com mutação do recetor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), dada a eficácia e a segurança demonstradas pelo osimertinib em estudos como o FLAURA.

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Contribuir para melhores tratamentos de imunoterapia contra o cancro é o grande objetivo do projeto ‘Reguladores celulares e moleculares de células T γδ multifacetadas no microambiente tumoral’, do Instituto de Medicina Molecular – João Lobo Antunes (IMM), que se dedica à investigação de um conjunto de linfócitos que infiltram o tumor e que podem contribuir para a sua progressão. Uma investigação que venceu o ‘Prémio FAZ Ciência 2019’, uma iniciativa da Fundação AstraZeneca (FAZ) e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), que distingue o melhor projeto de investigação translacional em Imuno-Oncologia desenvolvido em Portugal. O Prof. Doutor Bruno Silva-Santos, representante da equipa de investigadores do IMM, em entrevista ao My Oncologia, resume os principais objetivos da investigação. Assista ao vídeo.

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“A Minha Vida é a Tua”, da RTP, e “Mais perto de uma cura para o cancro”, da Sábado, são as peças vencedoras da 7.ª edição do Prémio de Jornalismo da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), promovido em parceria com a AstraZeneca e a Celgene. O galardão, no valor individual de cinco mil euros, premiou os melhores trabalhos jornalísticos de Imprensa e Audiovisual, na área de Oncologia, divulgados durante o ano de 2017.

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O cancro do ovário é, a nível mundial, o sétimo tumor maligno mais comum entre as mulheres. A nível nacional, mata anualmente cerca de 350 mulheres, mas muitas destas vidas poderiam ser poupadas através de um diagnóstico precoce – os números globais revelam que 60% de todos os casos são diagnosticados num estadio avançado. No Dia Mundial do Cancro do Ovário, que se assinala hoje, 8 de maio, a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) alerta para os sinais e sintomas desta patologia e a necessidade de consultas regulares com um médico especialista.

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A primeira edição do Prémio FAZ Ciência, promovido pela Fundação AstraZeneca (FAZ) em parceria com a Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), visa premiar projetos de investigação translacional em Imuno-Oncologia. As candidaturas decorrem até 31 de dezembro, sendo os vencedores anunciados em março de 2018.

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A AstraZeneca anunciou que a Food and Drug Administration (FDA) aprovou um teste de diagnóstico complementar a osimertinib com base em amostras de sangue. Trata-se do único teste aprovado por aquela entidade e clinicamente validado que utiliza uma amostra de tecido ou de sangue para confirmar a presença da mutação T790M em doentes com cancro do pulmão de não pequenas células (CPNPC), metastático e com mutação positiva do gene do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR).

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